Tuesday, 2 August 2011

Mohamad e eu..


Mohamad, com cara de pesquisador em nanotecnologia.

Eu, com cara de idiota...

O Mohamad puxou conversa conosco, quando íamos de ônibus da estação de metrô até as barcas, que nos levariam a Victoria.

Ele conversou conosco, na barca, sobre horários de visita, distância entre os The Butchart Gardens e a cidade de Victoria, como chegar lá mais facilmente, como voltar à noite para Vancouver.

O orientador do Mohamad, na University of Victoria, é um paulistano, que vive no Canadá.

A cidade de Victoria tem este nome em homenagem à Rainha Victoria. Os laços entre o Canadá e a Grã-Bretanha são um pouco maiores do que eu imaginava.

Ortograficamente, por exemplo, eles escrevem 'centre', ao invés de 'center'. Foneticamente, eles se consideram com um falar totalmente diferente do falar dos americanos (a pronúncia das palavras e o jeito de falar, entoação, etc.). Para quem não está acostumado, eles soam muito parecidos com americanos.

Já os canadenses de Quebec têm um francês bem diferente do francês falado na França. Angela e eu estávamos em um ônibus, em Vancouver Island, e duas meninas sirigaitas (de uns 20 anos, vestidíssimas para uma festa, embora fosse uma hora da tarde) estavam falando uma língua que não conseguíamos identificar à distância. Tomei coragem, enrolei a língua, estufei o peito, fiz cara de gente séria e perguntei que língua era aquela; era francês de Quebec.

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