Fazer o check-in é dizer o voo em que se fez reserva da passagem (contra o pagamento de uma fortuna, é claro) e obter um papelzinho que nos permite viajar.
As companhias querem, cada vez mais, aumentar seus lucros e ter menos funcionários com que se preocupar. Então, o tal check-in é agora, muitas vezes, feito pelo próprio passageiro.
Isso já é bem complicado, para quem fala a língua do país. É complicadíssimo, ou até quase impossível, para quem pensa que 'down' é 'para cima' e 'up' é para baixo', ou seja, quem fala pouco, ou muito pouco, ou nada, da língua do país em que está sendo feito o tal check-in...
O tipo de check-in muda de aeoroporto para aeroporto, de companhia para companhia, de cidade para cidade.
Em Vancouver foi de um jeito. Hoje, em San Francisco, foi bem diferente.
Hoje, a máquina de check-in pediu o código de identificação da passagem. Digitamos o código e a máquina não localizou nada. Tentamos outra vez, a máquina insistiu que não conhecia a Angela.
Tentamos pelo passaporte, que a máquina reconhece, após introdução de uma página tal lá (que tem código de barras) em um orifício lá, que lê o tal código.
Quem fala inglês mas não sabe onde está o código de barras do passaporte, ou o orifício correto onde o passaporte tem de ser inserido, na posição correta para a leitura, não consegue fazer o check-in.
Depois da quarta tentativa de fazer a máquina reconhecer o passaporte da Angela, uma funcionária do aeroporto veio nos auxiliar. Ela fez algumas escolhas surpreendentes (para nós, é claro), virou o passaporte de várias formas, fez escolhas insuspeitadas.
Após 3 tentativas, por parte dela, ela tranquilamente mudou de máquina, dizendo "algumas máquinas estão com defeito e não trabalham bem". Nós teríamos ficado uns 20 ou 30 minutos tentando, achando que a reserva da passagem da Angela não tinha sido feita no Brasil.
Ao mudar de máquina, o check-in funcionou direito.
Depois do check-in, era a hora de passar pela tal revista (tirar sapatos, colocar aparelhos eletrônicos em um recipiente de plástico, tirar o capote talvez e, em alguns casos, ser apalpado pelo funcionário). Essa revista tinha uma fila de uns 300 metros, fazendo voltinhas por um cercado, depois seguindo pelo saguão principal do terminal do aeroporto.
Esse processo todo deve ter demorado cerca de uma hora. Afastei-me da Angela, quando não era mais prático continuar conversando, pois ela tinha de se dirigir a uma área onde somente passageiros que estão embarcando devem estar presentes.
Moral da história: para viajar de avião, nos Estados Unidos, é preciso se munir de muita paciência, estar preparado para algumas apalpadelas, levar a história toda mais ou menos na esportiva. De qualquer maneira, eles vão infernizar um pouco (ou um muito) as nossas vidas. De qualquer maneira, eles vão fazer a revista que julgam necessária.
Para evitar esses dissabores, o jeito é/seria ficar em casa, ou viajar para países selecionados, como Uzbequistão, Groenlândia, ou República dos Camarões. E estou falando isso "do meu chapéu", por nunca ter tido a oportunidade de visitar esses três países e, portanto, não ter vivenciado as realidades 'viajatórias' deles, as quais desconheço completamente.
Visitar os Estados Unidos tem o seu preço. Alguns escolhem pagar esse preço, outros não.
Sunday, 31 July 2011
Angela deve ter se ido..
Fomos para o aeroporto de San Francisco, hoje, pela manhã, Angela e eu.
Os passageiros em voos saindo dos Estados Unidos têm de chegar ao aeroporto com muita antecedência hoje em dia. As filas para revistas são longas.
O departamento que cuida disso aqui é o Homeland Security. São agentes antipaticíssimos, em sua grande maioria, usando de uma autoridade que lhes é delegada 'de cima' e que eles exercem 'sem dó nem piedade'.
Angela viajou pela Delta, que é uma ótima companhia.
Vou viajar amanhã pela US Airways, que parece ser uma companhia problemática (para não criticar injustamente/indevidamente).
O voo dela era às 12h50m. Saímos de casa às 09h15min. Chegamos ao aeoroporto às 10h40min.
Deve ter dado tempo (eu acompanhei a Angela, na fila da 'revista corporal', até onde foi possível, e depois me despedi, achando que deve ter dado tempo de ela embarcar).
Na fila de ser revistada, entre Vancouver e San Francisco, Angela foi sorteada, aleatoriamente, para "uma revista completa". Isso a fez ter de optar entre "body patting" (apalpar o corpo) ou "body scan" (aquele aparelho que tira o raio-x até do fígado do micróbio de poeira que tenha se instalado em algum lugar onde não foi chamado...).
Angela, bravamente, disse à senhora que se dispôs a apalpá-la, no estrito cumprimento do dever, que não se opunha ao método de revista que ela entendesse melhor. Então, a funcionária optou por "body scan" e Angela entrou em um aparelho, onde ficou de mãos para cima e abertas, como em um esquema de Leonardo Da Vinci que circula mundo afora.
Além desse processo investigativo, a mala da Angela teve o cadeadinho quebrado e a mala revistada, para ver se descobriam algum plano mirabolante dela, para derrubar prédios públicos, apesar de o treinamento profissional dela ser mais para o verbo TO BE, do que para o verbo TO INFILTRATE, TO DESTROY, TO CRUSH, TO TERRORIZE e assemelhados.
Parece complicado convencer esse pessoal dessas nossas verdades, então é infinitamente mais fácil deixar que eles se divirtam com o nosso possível acanhamento 'patropi'.
Pelo que Angela deixou tranparecer, o tal "body scan" não tirou pedaço, não fez cosquinha, não esquentou, nem esfriou nada. Só deixou a vítima um pouco pensativa...
Desculpem-me mais esta digressão.
Eu falava da fila para ser revistada aqui em San Francisco. Fiquei com Angela na fila, até que não mais era possível ficar por ali, sem ter de explicar ao tal leão de chácara governamental que eu estava simplesmente dando 'apoio moral' à professora. Despedi-me, dei um beijinhos e fico aqui imaginando se ela foi outra vez sorteada para a tal escolha de Sofia: "body patting" ou "body scan".
Conheço algumas pessoas que talvez pedissem: "both, please!"
Os passageiros em voos saindo dos Estados Unidos têm de chegar ao aeroporto com muita antecedência hoje em dia. As filas para revistas são longas.
O departamento que cuida disso aqui é o Homeland Security. São agentes antipaticíssimos, em sua grande maioria, usando de uma autoridade que lhes é delegada 'de cima' e que eles exercem 'sem dó nem piedade'.
Angela viajou pela Delta, que é uma ótima companhia.
Vou viajar amanhã pela US Airways, que parece ser uma companhia problemática (para não criticar injustamente/indevidamente).
O voo dela era às 12h50m. Saímos de casa às 09h15min. Chegamos ao aeoroporto às 10h40min.
Deve ter dado tempo (eu acompanhei a Angela, na fila da 'revista corporal', até onde foi possível, e depois me despedi, achando que deve ter dado tempo de ela embarcar).
Na fila de ser revistada, entre Vancouver e San Francisco, Angela foi sorteada, aleatoriamente, para "uma revista completa". Isso a fez ter de optar entre "body patting" (apalpar o corpo) ou "body scan" (aquele aparelho que tira o raio-x até do fígado do micróbio de poeira que tenha se instalado em algum lugar onde não foi chamado...).
Angela, bravamente, disse à senhora que se dispôs a apalpá-la, no estrito cumprimento do dever, que não se opunha ao método de revista que ela entendesse melhor. Então, a funcionária optou por "body scan" e Angela entrou em um aparelho, onde ficou de mãos para cima e abertas, como em um esquema de Leonardo Da Vinci que circula mundo afora.
Além desse processo investigativo, a mala da Angela teve o cadeadinho quebrado e a mala revistada, para ver se descobriam algum plano mirabolante dela, para derrubar prédios públicos, apesar de o treinamento profissional dela ser mais para o verbo TO BE, do que para o verbo TO INFILTRATE, TO DESTROY, TO CRUSH, TO TERRORIZE e assemelhados.
Parece complicado convencer esse pessoal dessas nossas verdades, então é infinitamente mais fácil deixar que eles se divirtam com o nosso possível acanhamento 'patropi'.
Pelo que Angela deixou tranparecer, o tal "body scan" não tirou pedaço, não fez cosquinha, não esquentou, nem esfriou nada. Só deixou a vítima um pouco pensativa...
Desculpem-me mais esta digressão.
Eu falava da fila para ser revistada aqui em San Francisco. Fiquei com Angela na fila, até que não mais era possível ficar por ali, sem ter de explicar ao tal leão de chácara governamental que eu estava simplesmente dando 'apoio moral' à professora. Despedi-me, dei um beijinhos e fico aqui imaginando se ela foi outra vez sorteada para a tal escolha de Sofia: "body patting" ou "body scan".
Conheço algumas pessoas que talvez pedissem: "both, please!"
Saturday, 30 July 2011
Mais sobre a festa russa, que houve no The Convent
A tal festa russa, que houve no The Convent (residência de estudantes pósgraduados) teve 3 coisas diferentes:
1) comidas russas, preparadas pela aniversariante, a Olga;
2) números de entretenimento, pelos demais residentes, números esse que poderiam ser vistos como 'beirando o ridículo' e indicavam a disposição (muito válida e legítima) em entreterem os participantes da festa, sem preocupação com a possibilidade de críticas dos colegas;
3) a presença de um rapaz, como já mencionado no 'post' anterior, vestido de mulher.
Não estávamos descansados o suficiente para ficar até o final da festa, o que, de uma certa forma, foi um pena, pois o ambiente era extremamente agradável e descontraído. No meio da festa, o Arlo veio nos trazer para o hotel Shattuck, onde ficamos umas duas horas fazendo as malas.
1) comidas russas, preparadas pela aniversariante, a Olga;
2) números de entretenimento, pelos demais residentes, números esse que poderiam ser vistos como 'beirando o ridículo' e indicavam a disposição (muito válida e legítima) em entreterem os participantes da festa, sem preocupação com a possibilidade de críticas dos colegas;
3) a presença de um rapaz, como já mencionado no 'post' anterior, vestido de mulher.
Não estávamos descansados o suficiente para ficar até o final da festa, o que, de uma certa forma, foi um pena, pois o ambiente era extremamente agradável e descontraído. No meio da festa, o Arlo veio nos trazer para o hotel Shattuck, onde ficamos umas duas horas fazendo as malas.
Uma festa no The Convent
Hoje, ao chegarmos a Berkeley (onde nos hospedamos no hotel Shattuck Plaza -- podem checar na internet), fomos convidados a uma festa de aniversário de uma aluna de pósgraduação que nasceu na Rússia.
Fomos lá, compramos uma dúzia de cervejas, e achamos a festa bem diferente.
Uma das coisas diferentes foi a presença de um estudante de pós que se veste permanentemente de mulher, sem ser gay.
Arlo nos disse que havia um estudante de graduação em Berkeley, alguns anos atrás, que assistia a todas as aulas nu.
Todas as pessoas da festa russa conversavam normalmente com o tal aluno que se veste de mulher (até tirei uma foto dele, por curiosidade).
Amanhã devo levar Angela ao aeroporto de San Francisco pela manhã. A viagem de metrô de superfície (que também é metrô normal, por baixo da terra), entre Berkeley e San Francisco, demora cerca de uma (1) hora.
Se tudo correr normalmente, devo embarcar depois de amanhã.
Angela trocou o voo dela, quando o meu voo pela US Airways foi cancelado (depois de sabermos de muitos cancelamentos de voos por esta companhia americana, a tal de US Airways), para um dia anterior ao nosso voo original.
Essas são as novidades, por enquanto.
Como já passa de 11 da noite, vou tomar banho para dormir.
Fomos lá, compramos uma dúzia de cervejas, e achamos a festa bem diferente.
Uma das coisas diferentes foi a presença de um estudante de pós que se veste permanentemente de mulher, sem ser gay.
Arlo nos disse que havia um estudante de graduação em Berkeley, alguns anos atrás, que assistia a todas as aulas nu.
Todas as pessoas da festa russa conversavam normalmente com o tal aluno que se veste de mulher (até tirei uma foto dele, por curiosidade).
Amanhã devo levar Angela ao aeroporto de San Francisco pela manhã. A viagem de metrô de superfície (que também é metrô normal, por baixo da terra), entre Berkeley e San Francisco, demora cerca de uma (1) hora.
Se tudo correr normalmente, devo embarcar depois de amanhã.
Angela trocou o voo dela, quando o meu voo pela US Airways foi cancelado (depois de sabermos de muitos cancelamentos de voos por esta companhia americana, a tal de US Airways), para um dia anterior ao nosso voo original.
Essas são as novidades, por enquanto.
Como já passa de 11 da noite, vou tomar banho para dormir.
Voltando a Berkeley
Hoje acordamos às 5 da manhã, achando que teríamos tempo de sobra para pegar o voo de 07:35.
As revistas (contra possíveis terroristas) demoraram tanto que pegamos o avião por 5 minutos, quase perdendo o voo.
Amanhã, que Angela deve retornar ao Brasil, vamos sair com uma antecedência muito maior, para segurança maior.
Angela foi escolhida, aleatoriamente, para ser revistada em 'profundidade'. Perguntaram-na se ela preferei ser revistada/apalpada, ou se preferia entrar no scanner de corpo. Ela deixou a critério dos americanos e eles a puseram no scanner de corpo. Além disso, arrebentaram o cadeado da mala e reviraram a mala, sem terem roubado nada. Deixaram um bilhetinho, explicando que ela não tem direito a reclamar pelo prejuízo causado.
O tempo tem estado ótimo nos últimos dias.
As revistas (contra possíveis terroristas) demoraram tanto que pegamos o avião por 5 minutos, quase perdendo o voo.
Amanhã, que Angela deve retornar ao Brasil, vamos sair com uma antecedência muito maior, para segurança maior.
Angela foi escolhida, aleatoriamente, para ser revistada em 'profundidade'. Perguntaram-na se ela preferei ser revistada/apalpada, ou se preferia entrar no scanner de corpo. Ela deixou a critério dos americanos e eles a puseram no scanner de corpo. Além disso, arrebentaram o cadeado da mala e reviraram a mala, sem terem roubado nada. Deixaram um bilhetinho, explicando que ela não tem direito a reclamar pelo prejuízo causado.
O tempo tem estado ótimo nos últimos dias.
Ida a Victoria

Fomos hoje a Victoria, capital da British Columbia, uma das províncias do Canadá (onde fica Vancouver).
Victoria é uma cidade muito bonita.
E a ligação de Victoria (que fica em uma ilha, confusamente chamada Ilha Vancouver) com a cidade de Vancouver é meio precária (porque os canadenses não têm interesse em que haja deterioração da capital...).
Demoramos 10 horas viajando e ficamos por lá 5 horas.
Saímos às 08h40min da manhã e voltamos para casa quase à meia noite.
O passeio a Victoria foi ótimo, achamos a cidade muito bonita. Um dos pontos altos da cidade são jardins particulares, chamados The Butchart Gardens, que podem ser visitados (ao preço módico de 29 dólares).
São um dos jardins mais bonitos do mundo, segundo especialistas.
Foram as flores mais bonitas que Angela já viu e, naturalmente, que eu também já vi.
Amanhã, de madrugada, estaremos partindo para San Francisco/Berkeley.
É possível que o blog fique um pouquinho parado, por um ou dois dias...
Mais chapéus...


Continuo sem saber que chapéus comprar, no Canadá...
Angela tirou foto de dois outros chapéus, que encontrei, em uma loja, em Victoria...
Friday, 29 July 2011
De saída, para Victoria
Estamos de saída, para Victoria, uma cidadezinha que fica em uma ilha, perto de Vancouver.
Acho até, sem ter certeza, que Victoria é onde fica a sede administrativa da província de British Columbia, onde fica Vancouver.
Pensamos seriamente em ir a nado mas a temperatura da água nos demoveu desse brilhante ideia.
Amanhã, sábado, é dia de voltar a San Francisco.
Uma boa sexta-feira para todos!
Fatos sobre British Columbia, retirados da Wikipedia (espero que estejam razoavelmente certo):
British Columbia i/ˌbrɪtɪʃ kəˈlʌmbɪə/ (B.C. or BC) (French: la Colombie-Britannique, C.-B.) is the westernmost of Canada's provinces and is known for its natural beauty, as reflected in its Latin motto, Splendor sine occasu ("Splendour without Diminishment"). Its name was chosen by Queen Victoria in 1858. In 1871, it became the sixth province of Canada.
The capital of British Columbia is Victoria, the fifteenth largest metropolitan region in Canada. The largest city is Vancouver, the third-largest metropolitan area in Canada, the largest in Western Canada, and the second-largest in the Pacific Northwest. In 2009, British Columbia had an estimated population of 4,419,974 (about two and a half million of whom were in Greater Vancouver). The province is currently governed by the BC Liberal Party, led by Premier Christy Clark, who became leader as a result of the party election on February 26, 2011.
British Columbia's economy is largely resource-based. It is the endpoint of transcontinental highways and railways and the site of major Pacific ports, which enable international trade. Because of its mild weather, and despite the fact that less than 5% of its land is arable, the province is agriculturally rich, particularly in the Fraser and Okanagan Valleys. Its climate encourages outdoor recreation and tourism, though its economic mainstay has long been resource extraction, principally logging and mining.
Acho até, sem ter certeza, que Victoria é onde fica a sede administrativa da província de British Columbia, onde fica Vancouver.
Pensamos seriamente em ir a nado mas a temperatura da água nos demoveu desse brilhante ideia.
Amanhã, sábado, é dia de voltar a San Francisco.
Uma boa sexta-feira para todos!
Fatos sobre British Columbia, retirados da Wikipedia (espero que estejam razoavelmente certo):
British Columbia i/ˌbrɪtɪʃ kəˈlʌmbɪə/ (B.C. or BC) (French: la Colombie-Britannique, C.-B.) is the westernmost of Canada's provinces and is known for its natural beauty, as reflected in its Latin motto, Splendor sine occasu ("Splendour without Diminishment"). Its name was chosen by Queen Victoria in 1858. In 1871, it became the sixth province of Canada.
The capital of British Columbia is Victoria, the fifteenth largest metropolitan region in Canada. The largest city is Vancouver, the third-largest metropolitan area in Canada, the largest in Western Canada, and the second-largest in the Pacific Northwest. In 2009, British Columbia had an estimated population of 4,419,974 (about two and a half million of whom were in Greater Vancouver). The province is currently governed by the BC Liberal Party, led by Premier Christy Clark, who became leader as a result of the party election on February 26, 2011.
British Columbia's economy is largely resource-based. It is the endpoint of transcontinental highways and railways and the site of major Pacific ports, which enable international trade. Because of its mild weather, and despite the fact that less than 5% of its land is arable, the province is agriculturally rich, particularly in the Fraser and Okanagan Valleys. Its climate encourages outdoor recreation and tourism, though its economic mainstay has long been resource extraction, principally logging and mining.
Thursday, 28 July 2011
Capilano Bridge

Uma outra foto da Ponte Capilano, em Vancouver, no parque Capilano, onde se pode caminhar entre as árvores altíssimas, de 300 anos de idade, além de se atravessar um despenhadeiro, pela ponte pênsil.
A foto mostra uma conhecida nossa na ponte.
O dia de hoje...

Hoje visitamos, outra vez, a Grouse Mountain, porque ante-ontem, quando lá fomos da primeira vez, tirei fotos que não sabia de que se tratava (se era urso, Angela, ou prédio), por causa do intenso nevoeiro.
Hoje estava um raríssimo dia de sol e fomos lá em Grouse Mountain outra vez.
De Grouse Mountain, fomos à Capilano Suspension Bridge, uma ponte suspensa (sobre um precipício), que vocês podem ver na internet mas que eu também posso mandar foto...
North Vancouver

A cidade de North Vancouver, fica do outro lado da baía (do mar, do rio, da enseada, de lago...). Chega-se lá de 'barca da cantareira' (uma barcaça bem confortável).
Esta foto mostra North Vancouver, vista do Canada Centre.
Canada Centre, um prédio em forma de barco a vela, no centro de Vancouver, à beira mar, foi um antigo centro de exposições.
Hoje tem um hotel de luxo e tem uma passarela que rodeia o prédio principal, de onde se conseguem ótimas fotos de North Vancouver.
Esta foto foi tirada do Canada Centre, mostrando North Vancouver (que, apesar de cidade distinta, pertence à Grande Vancouver, tanto que se pode viajar de ônibus-barca-ônibus com um tipo "bilhete integração" para todo o dia.
O bairro Gastown

O bairro Gastown, em Vancouver, até parece uma das ruas da Europa. Cheio de flores e de lojas agradáveis...
Vou 'tirar uma onda'...

Gente, a tal máquina digital, que comprei por 49 dólares (com direito a fotos ocasionais!), é uma Samsung, 4.9-2.4mm 1:3.5-5.9 28 mm, 5x, Samsung Zoom Lens.
Não entendo nada dessas especificações mas as acho extraordinárias, incomparáveis, imbatíveis.
Melhor que isso, só mesmo uma Leica, ou uma Hasselblad (meu amigo Geraldo Cintra me ensina alguns segredos de fotografia de alta definição e tecnologia, para que eu possa, às vezes, demonstrar 'erudição fotográfica' aqui no blog; por isso consegui citar, de cor, sem olhar no Google, essas marcas famosas de máquinas fotográfica).
Uma Leica, ou uma Hasselblad, custa(m) até 5 ou 10 mil dólares.
Minha Samsung custou 49 dólares (e veio com cartão de memória, bolsinha para endurar no pescoço, fio para ligar no computador, instruções 'de manuseio', caixinha de papelão, duas baterias AA, que já duraram mais de 100 fotos, zoom de 5 vezes -- eu disse CINCO!).
Desconfio até que o fabricante possa ter, por engano, embrulhado uma Hasselblad, na caixinha da minha Samsung...
A foto do presente 'post' foi a primeira tirada com a nova máquina fotográfica Samsung.
E poucos leitores do meu blog (mesmo sem me conhecerem pessoalmente muito bem) não hesitariam em dizer que se trata de uma foto minha (e não da Angela, ou de um urso, ou até de coisa pior...).
Só não se perde a cabeça
Tem gente que perde muitas coisas, só não perde a cabeça.
Com nosso 'turismo intensivo', ficamos muito cansados e, por causa disso, mais desatentos.
O fato de eu ter de dirigir em condições de 'respeito absoluto' às leis de trânsito locais (isto é, respeito às leis americanas) me deixava, evidentemente, bem tenso.
Talvez por causa disso, aconteceram duas 'desatenções'/'burrices'/'bobeadas'/'idiotices' em relação às quais não tenho justificativa plausível e que não poderia jamais escrever aqui no blog (mas que vou escrever, por ser muito corajoso, ou muito idiota): perdi duas (2) máquinas fotográfica digitais, da mesma marca (Panasonic Lumix).
Não vou contar isso a ninguém, só a vocês, leitores do blog, para não ser criticado como irresponsável, aloprado, distraído e outros adjetivos talvez menos nobres com que resolvam me rotular.
Hoje comprei mais uma máquina fotográfica, desta vez a mais barata e horrível que consegui achar: uma máquina fotográfica Samsung, digital. Custou 49 dólares canadenses, mais os danados dos impostos, que acabou custando pouco menos de 55 dólares. Ou seja, pouco menos de 100 reais.
Só achei engraçado, estranho, diferente, que a tal máquina fotográfica vagabundérrima veio com um cartão de memória de 4 Gb. Parece até brincadeira. Acho que, por aqui, este cartão de memória custa, por si só, uns 20 dólares. Não entendo como possa vir, de graça, com uma máquina que custou 49 dólares...
Para minha total surpresa, a tal máquina Samsung até conseguiu tirar algumas fotos hoje. Em verdade, foram mais de 100 fotos. Como sempre, por aqui, tiramos fotos de ursos, fotos de prédios, fotos de Angela.
E consegui saber, em quase todas as fotos, quem era urso, quem era Angela e 'quem' era prédio.
Acho que isso é o máximo que se deveria exigir de uma máquina fotográfica digital de 49 dólares, com direito a cartão de memória de 4 Gb, capa da máquina para pendurar no pescoço (a fim de não perdê-la, de preferência...), duas baterias muito vagabundas, que chegaram a tirar mais de 100 fotos, apesar de o vendedor me ter garantido que tiraria, no máximo, 5 fotos -- pois ele, espertamente, queria me vender baterias caríssimas...).
Neste preço de 49 dólares canadenses incluídos todos esses acessórios acima descritos.
Agora que já estou envergonhado e acanhado de ter confessado isso a vocês (um segredo que guardei, a sete chaves, por mais de dois dias inteirinhos), vou dormir, sonhando com as belas fotos que conseguirei tirar com minha maquininha digital baratinha.
Com sorte, continuarei distinguindo quem é urso, quem é Angela e quem é prédio, sem custos adicionais...
Com nosso 'turismo intensivo', ficamos muito cansados e, por causa disso, mais desatentos.
O fato de eu ter de dirigir em condições de 'respeito absoluto' às leis de trânsito locais (isto é, respeito às leis americanas) me deixava, evidentemente, bem tenso.
Talvez por causa disso, aconteceram duas 'desatenções'/'burrices'/'bobeadas'/'idiotices' em relação às quais não tenho justificativa plausível e que não poderia jamais escrever aqui no blog (mas que vou escrever, por ser muito corajoso, ou muito idiota): perdi duas (2) máquinas fotográfica digitais, da mesma marca (Panasonic Lumix).
Não vou contar isso a ninguém, só a vocês, leitores do blog, para não ser criticado como irresponsável, aloprado, distraído e outros adjetivos talvez menos nobres com que resolvam me rotular.
Hoje comprei mais uma máquina fotográfica, desta vez a mais barata e horrível que consegui achar: uma máquina fotográfica Samsung, digital. Custou 49 dólares canadenses, mais os danados dos impostos, que acabou custando pouco menos de 55 dólares. Ou seja, pouco menos de 100 reais.
Só achei engraçado, estranho, diferente, que a tal máquina fotográfica vagabundérrima veio com um cartão de memória de 4 Gb. Parece até brincadeira. Acho que, por aqui, este cartão de memória custa, por si só, uns 20 dólares. Não entendo como possa vir, de graça, com uma máquina que custou 49 dólares...
Para minha total surpresa, a tal máquina Samsung até conseguiu tirar algumas fotos hoje. Em verdade, foram mais de 100 fotos. Como sempre, por aqui, tiramos fotos de ursos, fotos de prédios, fotos de Angela.
E consegui saber, em quase todas as fotos, quem era urso, quem era Angela e 'quem' era prédio.
Acho que isso é o máximo que se deveria exigir de uma máquina fotográfica digital de 49 dólares, com direito a cartão de memória de 4 Gb, capa da máquina para pendurar no pescoço (a fim de não perdê-la, de preferência...), duas baterias muito vagabundas, que chegaram a tirar mais de 100 fotos, apesar de o vendedor me ter garantido que tiraria, no máximo, 5 fotos -- pois ele, espertamente, queria me vender baterias caríssimas...).
Neste preço de 49 dólares canadenses incluídos todos esses acessórios acima descritos.
Agora que já estou envergonhado e acanhado de ter confessado isso a vocês (um segredo que guardei, a sete chaves, por mais de dois dias inteirinhos), vou dormir, sonhando com as belas fotos que conseguirei tirar com minha maquininha digital baratinha.
Com sorte, continuarei distinguindo quem é urso, quem é Angela e quem é prédio, sem custos adicionais...
Wednesday, 27 July 2011
Uma vizinhança e tanto...

Nosso hotel, o Howard Johnson, está em uma vizinhança meio estranha.
A foto mostra uma das lojas, perto do hotel.
É uma loja de produtos eróticos (e há várias outras por aqui).
Sugar Ray Robinson..

Sugar Ray Robinson foi um boxeador famoso por aqui. Foi um dos boxeadores mais famosos de todos os tempos. Nasceu em 1921 e morreu em 1989.
Passei pela rua, vimos este cartaz, e resolvi mostrar o meu lado idiota decrépito, 'fazendo pose' de fortão.
Angela no Stanley Park, com Vancouver ao fundo

Esta é uma foto da Angela, tirada no Stanley Park, durante uma parada de 5 minutos do ônibus HOP ON, HOP OFF, com Vancouver ao fundo.
O Stanley Park

Vancouver tem um parque muito bonito e muito grande, chamado Stanley Park.
Esta é uma das dezenas fotos que tiramos deste parque...
Um relógio a vapor

Vancouver tem um relógio movido a vapor.
Como não saltamos do ônibus (ônibus HOP ON, HOP OFF), não sabemos exatamente quando foi feito...
Se querem ver uma foto 10.000 vezes melhor do que a que vou colocar neste post, digitem "vapour clock Vancouver" no Google e terão uma agradável surpresa.
Urso, ou Angela?????

Eis a foto do urso.
Acho, pela pouca visibilidade, se tratar aqui do urso. Mas poderia ser a Angela.
Será que o urso fez um regime de emagrecimento e ficou parecido com a Angela?
Só saberemos no próximo verão, quando o tempo e a visibilidade melhorarem...
Urso, ou Angela??

Foto da Angela... ou de um urso...???
A visibilidade perfeita quase me permite afirmar, com convicção, que se trata da Angela Maria, com uma aparência um pouco modificada (deve ser devido aos alimentos diferentes, porque turista sempre engorda um pouquinho...).
Um dia ensolarado...

Esta é uma foto de um dia ensolarado, com sol escaldante, temperatura agradabilíssima (para pinguim e urso...), visibilidade bem prejudicada...
Cercas, na frente das casas...

Muitas casas por aqui têm, à sua frente, cercas vivas de uma árvore/arbusto bem diferente dos nossos arbustos.
Eis uma cerca viva na foto (foto tirada de dentro do ônibus urbano, com algum reflexo da janela)...
Dilemas de turistas...
Agora pela manhã, abate-nos o dilema eterno dos turistas: o que fazer, em uma bela manhã sem sol, com uma temperatura 'escaldantemente' fria, uma névoa bem pior que a londrina...?
As mulheres por aqui, muitas delas, andam de shortinho, muitas vezes, porque acreditam estarem no verão. Parece coisa de doido: shortinho a 9 graus celsius!
A orientalização (bairros inteiros, turistas, trabalhadores) das cidades que visitamos tem sido impressionante. Há chineses nos aeroportos, nos serviços que antes eram privilégio dos mexicanos (em relação aos Estados Unidos). Há chineses dirigindo táxis (em San Francisco, por exemplo), que não falam a língua. Como as autoridades deixam um motorista de táxi, sem falar a língua, dirigir?
Parece até o Detran-RJ...!
Relatei ontem um problema que tive com a internet sem fio aqui do hotel. O funcionário do hotel mal falava inglês. O problema só se solucionou com outro funcionário, também chinês (ou japonês, ou coreano, ou filipino, ou mongol...), que já deve estar no Canadá há mais tempo, que conseguiu "fazer lé com cré" da problemática.
Hoje pela manhã, ao tentar me logar, tive o mesmo problema e voltei à recepção, onde quem me atendeu era um funcionário diferente, que resolveu o problema da conexão imediatamente, com uma explicação dos problemas de ontem até que plausível mas ainda assim chata/aborrecida, que consome um tempo idiota, sem volta.
Esqueci de mencionar que ontem o tal funcionário 'junior', que quase não falava inglês, ficou muito angustiado, quando lhe pedi uma colher (compramos iogurte e esquecemos de comprar também colher). Quando lhe pedi uma colher, ele quase 'enlouqueceu'. Não sabia o que fazer, afastou-se da portaria, voltou no meio do caminho, afastou-se outra vez; fez 'cara de angústia'...
Aí, teve a ideia brilhante: peça ao restaurante, dentro do hotel, que não faz parte do hotel, por ser terceirizado.
Fiz que sim com a cabeça e me dirigi para o tal restaurante, para enorme alívio do oriental, que mal fala inglês.
Há orientais em todos os segmentos de serviços das grandes cidades.
Além disso, há orientais fazendo turismo.
Além disso, há bairros inteiros chineses, japoneses, tailandeses, coreanos, todos iguais (para quem não fala japonês, ou chinês, ou tailandês, ou filipino), independente de se estar em Nova Iorque, Boston, Vancouver, ou São Paulo.
Além disso, com esperado, todos os souvenirs 'autenticamente canadenses' (como ursos de pelúcia, veados de pelúcia, corujas de pelúcia e tudo o mais que se possa imaginar, de pelúcia e sem pelúcia) ostentam o "made in China", quase inevitavelmente escrito no cantinho inferior direito...
As mulheres por aqui, muitas delas, andam de shortinho, muitas vezes, porque acreditam estarem no verão. Parece coisa de doido: shortinho a 9 graus celsius!
A orientalização (bairros inteiros, turistas, trabalhadores) das cidades que visitamos tem sido impressionante. Há chineses nos aeroportos, nos serviços que antes eram privilégio dos mexicanos (em relação aos Estados Unidos). Há chineses dirigindo táxis (em San Francisco, por exemplo), que não falam a língua. Como as autoridades deixam um motorista de táxi, sem falar a língua, dirigir?
Parece até o Detran-RJ...!
Relatei ontem um problema que tive com a internet sem fio aqui do hotel. O funcionário do hotel mal falava inglês. O problema só se solucionou com outro funcionário, também chinês (ou japonês, ou coreano, ou filipino, ou mongol...), que já deve estar no Canadá há mais tempo, que conseguiu "fazer lé com cré" da problemática.
Hoje pela manhã, ao tentar me logar, tive o mesmo problema e voltei à recepção, onde quem me atendeu era um funcionário diferente, que resolveu o problema da conexão imediatamente, com uma explicação dos problemas de ontem até que plausível mas ainda assim chata/aborrecida, que consome um tempo idiota, sem volta.
Esqueci de mencionar que ontem o tal funcionário 'junior', que quase não falava inglês, ficou muito angustiado, quando lhe pedi uma colher (compramos iogurte e esquecemos de comprar também colher). Quando lhe pedi uma colher, ele quase 'enlouqueceu'. Não sabia o que fazer, afastou-se da portaria, voltou no meio do caminho, afastou-se outra vez; fez 'cara de angústia'...
Aí, teve a ideia brilhante: peça ao restaurante, dentro do hotel, que não faz parte do hotel, por ser terceirizado.
Fiz que sim com a cabeça e me dirigi para o tal restaurante, para enorme alívio do oriental, que mal fala inglês.
Há orientais em todos os segmentos de serviços das grandes cidades.
Além disso, há orientais fazendo turismo.
Além disso, há bairros inteiros chineses, japoneses, tailandeses, coreanos, todos iguais (para quem não fala japonês, ou chinês, ou tailandês, ou filipino), independente de se estar em Nova Iorque, Boston, Vancouver, ou São Paulo.
Além disso, com esperado, todos os souvenirs 'autenticamente canadenses' (como ursos de pelúcia, veados de pelúcia, corujas de pelúcia e tudo o mais que se possa imaginar, de pelúcia e sem pelúcia) ostentam o "made in China", quase inevitavelmente escrito no cantinho inferior direito...
Pedido dos ursos...

Coola e Grinder fazem esse pedido aos visitantes (que não os alimentem, pois estão preocupados com sua figura esbelta...)
Tuesday, 26 July 2011
Mais foto de Vancouver

Outra foto de Vancouver, à distância, foto tirada do teleférico que sobe ao topo da Grouse Mountain.
O verão de Vancouver

Esta é uma foto do 'ensolarado' verão de Vancouver.
A foto foi tirada do barco, que liga a cidade de Vancouver a North Vancouver, onde está a Grouse Mountain (o tal centro de conservação da natureza, que estuda ursos, águias, lobos, etc.).
Uma escultura diferente

Esta escultura, de um homem com as mãos amarradas, em cima de um cavalo, está fora de uma das estrações do Sky Train, um 'metrô' que opera em Vancouver, em uma linha aérea, isto é, construída em cima de vias férreas aéreas.
A Angela achou a escultura meio horrível, pareceu-me...
Esta é a estação mais perto do nosso hotel, o Howard Johnson, e se chama estação Yaletown.
Angela e uma 'escultura de madeira'

A tal da Grouse Mountain tem algumas 'esculturas' em madeira, de alguns animais. Esta é uma figura de uma coruja, com a Angela nos mostrando a 'peça de arte'.
O verão em Vancouver

Angela, mostrando o chão ainda coberto de neve (que agora virou um 'gelo fofo'), para mostrar como o verão daqui até parece 'piada'...
Angela, em Grouse Mountain

Esta é a Angela, sentindo um pouco de frio, com a temperatura de 9 graus, no topo da Grouse Mountain, um centro de conservação da vida selvagem.
Há neste centro lobos, dois ursos, corujas e águias, além de outros animais menores e de dezenas de visitantes.
O que mais nos interessou na Grouse Mountain foi conhecer um pouco mais sobre a vida dos ursos.
Uma das descobertas dos cientistas do centro é como os ursos conseguem hibernar durante meses e 'acordar' sem problemas musculares (se um ser humano se deitasse durante meses, não conseguiria andar, por perda de massa muscular).
Descobriram os cientistas, através de câmeras dentro dos lugares de hibernação do ursos (câmeras essas que podem ser observadas por qualquer um, em tempo real, pela internet -- quem se interessar pergunte-me o endereço...), que eles se levantam, uma vez por dia, para 'esticar as pernas' e para não perderem massa muscular.
Antes dos estudos com Cool e Grinder, os dois ursos (cujas mães morreram) resgatos da morte pelos cientistas, os cientistas não entendiam como os ursos podiam ficar tantos meses inativos e não perdiam massa muscular.
Ano passado, o inverno aqui em Vancouver foi bastante severo, além de bem longo, e os ursos acordaram (saíram da hibernação) e os cientistas não conseguiam chegar a eles, de tanta neve que havia em Grouse Mountain. Os ursos (Cool e Grinder) ficaram batendo na porta de seus abrigos, querendo sair, sem poder, durante um bom tempo. Parece que essa situação de emergência durou várias semanas.
Isso mostra como o tempo atmosférico aqui no Canadá pode ser 'caso de polícia montada'...
O teleférico de Vancouver...


O teleférico de Vancouver, se não fosse pelo tempo ruim, ofereceria inesquecíveis panoramas da cidade.
Aqui aparecerem duas fotos, tiradas do teleférico, sob pesada neblina, que depois piorou bastante.
Receita para enxaqueca
Tenho uma boa receita, para quem quiser ficar com enxaqueca:
1) compre passagem para Cody e resolva desembarcar em Jackson Hole;
2) faça a mudança de cidade de desembarque por culpa da United Airlines, que fez com que você perdesse a conexão para Cody por 7 (sete) minutos (depois de você ter corrido, por dentro do terminal, durante 15 minutos, com 2 malas 'no muque';
2) desembarque em Jackson Hole sem hotel e demore bastante a encontrar um;
3) tente encontrar este hotel, usando o telefone da Hertz, de onde você tinha alugado um carro minutos antes, só conseguindo essa proeza, depois de ligar para uns 5 diferentes hotéis, depois de 23:30 da noite;
4) perca-se na tentativa de chegar ao novo hotel e seja parado por um guarda, que pergunta a você o que você fazia, 'costurando na rua' e andando a menos da metade da velocidade permitida;
5) passe 3 dias em Cody, sem roupa limpa, porque a United Airlines perdeu suas malas;
6)vá diaramente ao aeroporto (se perdendo no processo, pois a pensão onde estávamos hospedados era a 30 quilômetros do aeroporto), na tentativa de achar a sua mala;
7) dirija diariamente entre 300 e 400 quilômetros;
6) durma, preferivelmente, 4 horas por noite, ocupado em tentar ver os ursos no Yellowstone (com incentivo de sua esposa, a turista-furacão;
Se você seguir essa receita infalível, garanto uma enxaqueca, como a que tive hoje pela manhã, 'sem dó nem piedade'.
E aproveite bem o verão canadense...!
1) compre passagem para Cody e resolva desembarcar em Jackson Hole;
2) faça a mudança de cidade de desembarque por culpa da United Airlines, que fez com que você perdesse a conexão para Cody por 7 (sete) minutos (depois de você ter corrido, por dentro do terminal, durante 15 minutos, com 2 malas 'no muque';
2) desembarque em Jackson Hole sem hotel e demore bastante a encontrar um;
3) tente encontrar este hotel, usando o telefone da Hertz, de onde você tinha alugado um carro minutos antes, só conseguindo essa proeza, depois de ligar para uns 5 diferentes hotéis, depois de 23:30 da noite;
4) perca-se na tentativa de chegar ao novo hotel e seja parado por um guarda, que pergunta a você o que você fazia, 'costurando na rua' e andando a menos da metade da velocidade permitida;
5) passe 3 dias em Cody, sem roupa limpa, porque a United Airlines perdeu suas malas;
6)vá diaramente ao aeroporto (se perdendo no processo, pois a pensão onde estávamos hospedados era a 30 quilômetros do aeroporto), na tentativa de achar a sua mala;
7) dirija diariamente entre 300 e 400 quilômetros;
6) durma, preferivelmente, 4 horas por noite, ocupado em tentar ver os ursos no Yellowstone (com incentivo de sua esposa, a turista-furacão;
Se você seguir essa receita infalível, garanto uma enxaqueca, como a que tive hoje pela manhã, 'sem dó nem piedade'.
E aproveite bem o verão canadense...!
Uma visita à Grouse Mountain
A tal da Grouse Mountain ('grouse' é o nome de um pássaro, que habita o norte do estado e que, segundo o ornitólogo que comigo conversou, não é um pássaro que voe -- em outras palavras, é uma 'galinha metida a besta').
A Grouse Mountain é muito bonita. Tem um centro de conservação da natureza a 1.250 metros acima do nível da cidade. O centro de conservação (a Grouse Mountain) é ligada à cidade através de um bondinho teleférico, parecido com o bondinho do Pão de Açúcar (carros de aproximadamente o mesmo número de passageiros) mas indo muito, muito mais alto. O Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, está a 290 metros acima do nível do mar, ao passo que a Grouse Mountain está a 1.250 metros.
A vista lá do alto deveria ser espetacular.
Infelizmente, acaba não acontecendo muito, porque o frio é considerável. A temperatura era de 9 graus centígrados hoje. Afinal, estamos no verão e estava quentinho...
Parece que o verão de Vancouver é meio inexistente.
Lá em cima do lindo morro havia ainda neve do inverno. Essa neve estava espalhada pelo alto da montanha, em várias partes, mostrando aos turistas que inverno canadense 'não é mole não'.
E o 'ruço' (=a neblina)? Bem grande, diria eu. Para enxergar a Angela, eu tinha de me aproximar dela...
Uma das atrações do centro de conservação da natureza são dois ursos, o Coola e o Grinder, que foram criados em Grouse Mountain desde pequenos, pois suas mães morreram. Uma das ursas foi atropelada por um caminhão. Dos 3 ursinhos que ela tinha, somente o Coola sobreviveu. O Grinder também é órfão.
Eles vivem em um cercado imenso (5 acres), que reproduz, tanto quanto possível, seu 'habitat' natural. Hoje em dia eles têm 10 anos e são bem grandinhos. Os visitantes têm pouco contato com eles, pois eles podem se esconder naquele 'cercadão', se quiserem fugir do barulho das vozes humanas.
Fiquei muito triste de não ter conseguido, nas primeiras duas horas, ver os ursos. Emocionei-me de tristeza, lágrimas me corriam pela face, engasguei, solucei e os ursos se apiedaram de mim.
Primeiro o Grinder apareceu, consegui filmá-lo (e não posso mostrar o filme, pois não sei como fazer esse link aqui para o blog. Mas vou mostrar uma foto dele qualquer 'post' desses.
Depois apareceu o Coola, entrou n'água com o Grinder, brincaram um pouquinho de brigar.
Tivemos uma tarde diferente, junto com o Coola e o Grinder, nossos novos amigos canadenses.
A Grouse Mountain é muito bonita. Tem um centro de conservação da natureza a 1.250 metros acima do nível da cidade. O centro de conservação (a Grouse Mountain) é ligada à cidade através de um bondinho teleférico, parecido com o bondinho do Pão de Açúcar (carros de aproximadamente o mesmo número de passageiros) mas indo muito, muito mais alto. O Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, está a 290 metros acima do nível do mar, ao passo que a Grouse Mountain está a 1.250 metros.
A vista lá do alto deveria ser espetacular.
Infelizmente, acaba não acontecendo muito, porque o frio é considerável. A temperatura era de 9 graus centígrados hoje. Afinal, estamos no verão e estava quentinho...
Parece que o verão de Vancouver é meio inexistente.
Lá em cima do lindo morro havia ainda neve do inverno. Essa neve estava espalhada pelo alto da montanha, em várias partes, mostrando aos turistas que inverno canadense 'não é mole não'.
E o 'ruço' (=a neblina)? Bem grande, diria eu. Para enxergar a Angela, eu tinha de me aproximar dela...
Uma das atrações do centro de conservação da natureza são dois ursos, o Coola e o Grinder, que foram criados em Grouse Mountain desde pequenos, pois suas mães morreram. Uma das ursas foi atropelada por um caminhão. Dos 3 ursinhos que ela tinha, somente o Coola sobreviveu. O Grinder também é órfão.
Eles vivem em um cercado imenso (5 acres), que reproduz, tanto quanto possível, seu 'habitat' natural. Hoje em dia eles têm 10 anos e são bem grandinhos. Os visitantes têm pouco contato com eles, pois eles podem se esconder naquele 'cercadão', se quiserem fugir do barulho das vozes humanas.
Fiquei muito triste de não ter conseguido, nas primeiras duas horas, ver os ursos. Emocionei-me de tristeza, lágrimas me corriam pela face, engasguei, solucei e os ursos se apiedaram de mim.
Primeiro o Grinder apareceu, consegui filmá-lo (e não posso mostrar o filme, pois não sei como fazer esse link aqui para o blog. Mas vou mostrar uma foto dele qualquer 'post' desses.
Depois apareceu o Coola, entrou n'água com o Grinder, brincaram um pouquinho de brigar.
Tivemos uma tarde diferente, junto com o Coola e o Grinder, nossos novos amigos canadenses.
O blog quase acabou
Hoje o blog quase foi encerrado, inapelavelmente, por obra e graça do Hotel Howard Josnson.
Chegamos de nossos passeios e não consegui acessar a rede sem fio do hotel. Tentei várias vezes, dei boot, tentei, retentei, tritentei. Nada acontecia. O sistema continuava me pedindo a senha.
Fui, então, à portaria do hotel. O rapaz de plantão mal falava inglês (não sei dizer se era japonês, ou chinês). Imediatamente me forneceu outra senha. Voltei ao apartamento. Tentei a segunda senha e nada aconteceu. Não conseguia acessar a rede sem fio.
Voltei à portaria. O mesmo rapaz me viu tentando acessar a rede e nada acontecendo. Ele, então, tentou, achando que os dedos dele operariam algum milagre. Não foi o caso. Ele não conseguiu acessar a rede em meu notebook.
Eis que chega um outro funcionário, também japonês (ou chinês), um pouco mais velho do que o primeiro, falando um inglês um pouco melhor do que o primeiro. Ele tentou me 'logar' com uma senha; não funcionou. Tentou com uma segunda senha e com uma terceira. Nada aconteceu.
Então, um dos funcionários (o mais moço), apareceu com uma lista de umas 300 diferentes senhas. Uma das senhas desse novo lote foi bem sucedida. Subi ao meu apartamento e estou logado na internet, pela rede sem fio do Hotel Howard Johnson. Mas isso pode ser interrompido a qualquer momento, já que a senha anterior também foi interrompida sem explicação.
Perguntei ao funcionário que conseguiu a minha conexão qual poderia ter sido o motivo das falhas na conexão. Resposta do funcionário: não sei, talvez você tivesse senhas 'caducas'.
Contentei-me com a explicação técnica do funcionário, 'botei minha viola no saco' e vim aqui para o apartamento, falar mal do Howard Johnson-Vancouver.
Chegamos de nossos passeios e não consegui acessar a rede sem fio do hotel. Tentei várias vezes, dei boot, tentei, retentei, tritentei. Nada acontecia. O sistema continuava me pedindo a senha.
Fui, então, à portaria do hotel. O rapaz de plantão mal falava inglês (não sei dizer se era japonês, ou chinês). Imediatamente me forneceu outra senha. Voltei ao apartamento. Tentei a segunda senha e nada aconteceu. Não conseguia acessar a rede sem fio.
Voltei à portaria. O mesmo rapaz me viu tentando acessar a rede e nada acontecendo. Ele, então, tentou, achando que os dedos dele operariam algum milagre. Não foi o caso. Ele não conseguiu acessar a rede em meu notebook.
Eis que chega um outro funcionário, também japonês (ou chinês), um pouco mais velho do que o primeiro, falando um inglês um pouco melhor do que o primeiro. Ele tentou me 'logar' com uma senha; não funcionou. Tentou com uma segunda senha e com uma terceira. Nada aconteceu.
Então, um dos funcionários (o mais moço), apareceu com uma lista de umas 300 diferentes senhas. Uma das senhas desse novo lote foi bem sucedida. Subi ao meu apartamento e estou logado na internet, pela rede sem fio do Hotel Howard Johnson. Mas isso pode ser interrompido a qualquer momento, já que a senha anterior também foi interrompida sem explicação.
Perguntei ao funcionário que conseguiu a minha conexão qual poderia ter sido o motivo das falhas na conexão. Resposta do funcionário: não sei, talvez você tivesse senhas 'caducas'.
Contentei-me com a explicação técnica do funcionário, 'botei minha viola no saco' e vim aqui para o apartamento, falar mal do Howard Johnson-Vancouver.
Monday, 25 July 2011
Foto de um bisão...

Angela tirou uma foto deste bisão, no Yellowstone National Park.
Os visitantes são avisados para não se aproximarem dos animais, pois há várias mortes registradas (por ataques de bisões e de ursos) nos parques.
Ontem comi um hamburger de carne de bisão, em um restaurante em Cody.
Os turistas no parque

Nossa foto, no Parque Nacional de Yellowstone. Atrás de nós há uma corrente de água fervendo que cai dentro de um rio de água gélida.
Essa mistura de água gélida e de água fervente é explosiva e pode resultar em uma enorme hecatombe...
Lagos bonitos

Yellowstone tem muitos lagos vulcânicos, de onde sai fumaça permanentemente.
O Parque Nacional de Yellowstone fica em cima de uma região extremamente instável, que poderá explodir a qualquer momento.
O 'Exploratorium'

Exploratorium é o musei de ciências de San Francisco, onde as crianças têm oficinas práticas, que os (=os mais talentosos, naturalmente) preparam para a vida de futuros cientistas.
Esta foto mostra o interior de um relógio.
Neste museu/oficina de ciências as crianças podem aprender brincando, mexendo, pulando.
Esta foto mostra o interior do Exploratorium.
Leões marinhos...

Esta foto, tirada em Fisherman's Wharf, mostra alguns leões marinhos, descansando no sol e no vento gélido...
Primeiras horas de Vancouver
Nossas primeiríssimas impressões de Vancouver não foram lá tão boas assim.
Os preços de tudo aqui no Canadá parecem muito maiores do que nos Estados Unidos.
Podemos estar enganados. Pode ser uma diferença pequena mas, nas primeiras horas de Vancouver, achamos tudo excessivamente caro.
O lugar onde estamos hospedados, hotel Howard Johnson, é adequado mas a nossa vizinhança é estranha.
Vimos alguns mendigos no meio da rua. Um homem com um cartaz dizendo que estava com AIDS e com fome. Algumas pessoas com aparência de uma saúde muito precária...
A temperatura é bem baixa, para nós que chegamos de Idaho (onde fica o Yellowstone National Park), onde fazia um calorzinho bem agradável.
A temperatura aqui está parecida com a de San Francisco. E o ventinho que venta lá também venta aqui. Deve ser o irmão do nosso 'vento minuano', que tanto encanta aos brasileiros do sul.
Depois de tantos dias de atividades turísticas exaustivas, vamos dormir mais cedo hoje, já que amanhã é outro dia.
Veremos se nossas primeiras impressões sobre Vancouver mudam.
Os preços de tudo aqui no Canadá parecem muito maiores do que nos Estados Unidos.
Podemos estar enganados. Pode ser uma diferença pequena mas, nas primeiras horas de Vancouver, achamos tudo excessivamente caro.
O lugar onde estamos hospedados, hotel Howard Johnson, é adequado mas a nossa vizinhança é estranha.
Vimos alguns mendigos no meio da rua. Um homem com um cartaz dizendo que estava com AIDS e com fome. Algumas pessoas com aparência de uma saúde muito precária...
A temperatura é bem baixa, para nós que chegamos de Idaho (onde fica o Yellowstone National Park), onde fazia um calorzinho bem agradável.
A temperatura aqui está parecida com a de San Francisco. E o ventinho que venta lá também venta aqui. Deve ser o irmão do nosso 'vento minuano', que tanto encanta aos brasileiros do sul.
Depois de tantos dias de atividades turísticas exaustivas, vamos dormir mais cedo hoje, já que amanhã é outro dia.
Veremos se nossas primeiras impressões sobre Vancouver mudam.
Escrevendo de Vancouver...
Fazer turismo com Angela, a turista-furacão, é barra pesada: temos caminhado, nadado, dirigido, comido, subido, descido, entrado, saído, rodado, rebolado... de 6 da manhã às duas da manhã do dia seguinte.
Por isso, negligenciei os 'posts' temporariamente.
Acabamos de chegar a Vancouver, no Canadá, depois de ótima viagem.
Ficamos ambos tristíssimos, por não termos, na visita de dois dias ao Parque Yellowstone, visto nenhum urso, branco, preto, amarelo, ou azul. Isso nos entristeceu.
Em compensação, Angela tirou fotos de veados, bisões, coiotes.
Vimos também alguns cachorros, algumas vacas, alguns insetos menores, que optamos por não fotografar, para não cansar a beleza de vocês.
Hoje, a caminho do Canadá, no aeroporto de Denver, Colorado, conversamos com dois jovens (cerca de 25 anos cada um) que estiveram no mesmo lugar que nós, durante uns quatro dias. Eles também não conseguiram ver urso nenhum.
Às vezes desconfio que não há ursos por lá, que tudo é uma grande 'armação', para aumentar o número de turistas.
O tal casal (de americanos), no entanto, nos deu uma dica importantíssima (para uma próxima visita ao parque, ou para a visita de algum leitor que se disponha a lá ir): a hora de visitar o parque, para ver a bicharada, é a partir de 6 ou 7 da noite, entrando pela noite adentro.
Os bichos, que não são tão bobos como nós, só "põem as manguinhas de fora", quando os idiotas dos turistas vão para seus hotéis.
Outra coisa que descobrimos, meio 'a duras penas' é que a entrada leste (de Cody/Yellowstone), a que escolhemos (por termos comprado passagem aérea para lá) é a pior delas. Os hotéis são piores, em menor número e mais distantes do parque. Por isso, mais baratos.
Então, aquela lei comercial dura se aplica a visitas a parques nacionais também: tudo é bem caro e, se você quer conhecer bem, tem de escolher os esquemas ainda mais caros.
Nossa primeiríssima impressão do Canadá, recém chegados do aeroporto, é que tudo aqui é MUITO mais caro do que nos Estados Unidos.
Enquanto que pagamos uns 50 dólares americanos por dia de aluguel de carro, o preço aqui em Vancouver é de 100 dólares canadenses (mais valorizados do que o dólar americano), pelo carro mais barato e não há carros para alugar esta semana, em empresa alguma, de preço nenhum.
Qualquer excursão vagabundinha, pelos arredores de Vancouver custa mais de 100 dólares canadenses (enquanto o preço lá nos Estados Unidos era de 30 ou 40 dólares norte-americanos).
Fico por aqui, para sair mais uma vez com a turista-furacão....
Por isso, negligenciei os 'posts' temporariamente.
Acabamos de chegar a Vancouver, no Canadá, depois de ótima viagem.
Ficamos ambos tristíssimos, por não termos, na visita de dois dias ao Parque Yellowstone, visto nenhum urso, branco, preto, amarelo, ou azul. Isso nos entristeceu.
Em compensação, Angela tirou fotos de veados, bisões, coiotes.
Vimos também alguns cachorros, algumas vacas, alguns insetos menores, que optamos por não fotografar, para não cansar a beleza de vocês.
Hoje, a caminho do Canadá, no aeroporto de Denver, Colorado, conversamos com dois jovens (cerca de 25 anos cada um) que estiveram no mesmo lugar que nós, durante uns quatro dias. Eles também não conseguiram ver urso nenhum.
Às vezes desconfio que não há ursos por lá, que tudo é uma grande 'armação', para aumentar o número de turistas.
O tal casal (de americanos), no entanto, nos deu uma dica importantíssima (para uma próxima visita ao parque, ou para a visita de algum leitor que se disponha a lá ir): a hora de visitar o parque, para ver a bicharada, é a partir de 6 ou 7 da noite, entrando pela noite adentro.
Os bichos, que não são tão bobos como nós, só "põem as manguinhas de fora", quando os idiotas dos turistas vão para seus hotéis.
Outra coisa que descobrimos, meio 'a duras penas' é que a entrada leste (de Cody/Yellowstone), a que escolhemos (por termos comprado passagem aérea para lá) é a pior delas. Os hotéis são piores, em menor número e mais distantes do parque. Por isso, mais baratos.
Então, aquela lei comercial dura se aplica a visitas a parques nacionais também: tudo é bem caro e, se você quer conhecer bem, tem de escolher os esquemas ainda mais caros.
Nossa primeiríssima impressão do Canadá, recém chegados do aeroporto, é que tudo aqui é MUITO mais caro do que nos Estados Unidos.
Enquanto que pagamos uns 50 dólares americanos por dia de aluguel de carro, o preço aqui em Vancouver é de 100 dólares canadenses (mais valorizados do que o dólar americano), pelo carro mais barato e não há carros para alugar esta semana, em empresa alguma, de preço nenhum.
Qualquer excursão vagabundinha, pelos arredores de Vancouver custa mais de 100 dólares canadenses (enquanto o preço lá nos Estados Unidos era de 30 ou 40 dólares norte-americanos).
Fico por aqui, para sair mais uma vez com a turista-furacão....
Sunday, 24 July 2011
Um dia de carro, pelos parques nacionais
O dia foi bem interessante, embora um pouco cansativo (já são mais de duas da manhã e somente agora conseguimos 'chegar em casa').
A United Airlines mandou nossas malas para um outro aeroporto, então, tivemos de ir ao Wallmart (a única loja aberta 24 horas, nesta cidadezinha mínima, chamada Cody).
Se tivéssemos sabido que Cody é uma cidade tão pequena, não teríamos vindo para cá. Tudo aqui fica bem mais complicado, porque a companhia de aviação que serve à cidade cancela muitos voos de passageiros que viajam para cá. Os transtornos são inúmeros.
Estamos com uma 'mala estraviada' e não sabemos quando a teremos/se a teremos.
Fomos ao Wallmart comprar alguma roupa de emergência.
Só que tínhamos de devolver um carro mais caro, para pegar um carro mais barato (a diferença de preço era enorme) e só conseguimos sair do aeroporto depois de 11 da noite.
Estávamos com muita fome e fomos jantar, depois comprar roupas, etc., no Wallmart.
Já são mais de 2 da manhã, então vamos dormir...
A United Airlines mandou nossas malas para um outro aeroporto, então, tivemos de ir ao Wallmart (a única loja aberta 24 horas, nesta cidadezinha mínima, chamada Cody).
Se tivéssemos sabido que Cody é uma cidade tão pequena, não teríamos vindo para cá. Tudo aqui fica bem mais complicado, porque a companhia de aviação que serve à cidade cancela muitos voos de passageiros que viajam para cá. Os transtornos são inúmeros.
Estamos com uma 'mala estraviada' e não sabemos quando a teremos/se a teremos.
Fomos ao Wallmart comprar alguma roupa de emergência.
Só que tínhamos de devolver um carro mais caro, para pegar um carro mais barato (a diferença de preço era enorme) e só conseguimos sair do aeroporto depois de 11 da noite.
Estávamos com muita fome e fomos jantar, depois comprar roupas, etc., no Wallmart.
Já são mais de 2 da manhã, então vamos dormir...
Saturday, 23 July 2011
Yellowstone, Shoshone e Teton
Estamos na confluência de 3 parques nacionais: Yellowstone (o mais antigo deles, onde habita Zé Colmeia), Shoshone e Teton (estes dois últimos completamente desconhecidos a nós, antes da vinda).
Olhando aqui na internet, descobrimos que Shoshone é uma Floresta Nacional.
Angela está lendo que a cidade 'Buraco do Jackson' tem este nome em homenagem a Davey Jackson (um 'bandeirante' americano), enquanto que 'buraco' tem a ver com um 'vale'.
O tal guia diz: "Pode nevar em qualquer dia do ano; visitantes devem sempre estar preparados para isso."
Como mencionei, no último 'post', ontem chovia um pouco, ao chegarmos a este hotel (o Super 8), nesta 'terra de ninguém', que se autodescreve como parte do 'velho oeste'.
Angela, lendo do guia, descobriu até o telefone do xerife de Teton. Por nosso histórico policial de ontem, pode até ser que este telefone nos seja útil.
A cidade de Buraco do Jackson tem 8 mil habitantes e 18 igrejas. Ontem, na escuridão, a cidade me parecia ter 18 habitantes e muitos policiais.
Angela diz que teremos de voltar ao aeroporto, de carro, para podermos chegar aos parques de Teton e Yellowstone.
Enquanto nos preparamos para uma possível nevasca (será verdade?), vamos tomar café, porque Angela ontem teve de comer açúcar, aqui no quarto do Super 8, já que chegamos aqui quase à meia noite e não podíamos ir procurar, com chuva, carro novo, tudo fechado, algum lugar de plantão. A atendente do hotel Super 8 disse à Angela, com voz de Lauren Bacall (artista de cinema, para aqueles que, como eu, não são cinéfilos), que nada estava aberto (ou seja, os tais 18 mil habitantes estavam todos adormecidos) .
Um fato que Angela está aqui me lembrando de relatar é que, ao alugar o carro, a Hertz queria nos fazer um 'seguro de atropelamento de animais', já que há muitos bisões, veados, antílopes, coiotes, alces e ursos.
Gente, você me imaginariam fazendo um 'seguro contra veados'?
Delicadamente recusei o seguro, prometendo ao agente alugador da Hertz que iria proteger os bichinhos dos 3 parques.
Acho que meu potentíssimo Chevrolet deve ter um freio à prova de bisão.
Nosso guia diz: "Since 1980, the number of Yellowstone visitors gored by bison is three times the number attacked by bears."
Só nos resta pensar: "Bisões, estamos a caminho!"
Olhando aqui na internet, descobrimos que Shoshone é uma Floresta Nacional.
Angela está lendo que a cidade 'Buraco do Jackson' tem este nome em homenagem a Davey Jackson (um 'bandeirante' americano), enquanto que 'buraco' tem a ver com um 'vale'.
O tal guia diz: "Pode nevar em qualquer dia do ano; visitantes devem sempre estar preparados para isso."
Como mencionei, no último 'post', ontem chovia um pouco, ao chegarmos a este hotel (o Super 8), nesta 'terra de ninguém', que se autodescreve como parte do 'velho oeste'.
Angela, lendo do guia, descobriu até o telefone do xerife de Teton. Por nosso histórico policial de ontem, pode até ser que este telefone nos seja útil.
A cidade de Buraco do Jackson tem 8 mil habitantes e 18 igrejas. Ontem, na escuridão, a cidade me parecia ter 18 habitantes e muitos policiais.
Angela diz que teremos de voltar ao aeroporto, de carro, para podermos chegar aos parques de Teton e Yellowstone.
Enquanto nos preparamos para uma possível nevasca (será verdade?), vamos tomar café, porque Angela ontem teve de comer açúcar, aqui no quarto do Super 8, já que chegamos aqui quase à meia noite e não podíamos ir procurar, com chuva, carro novo, tudo fechado, algum lugar de plantão. A atendente do hotel Super 8 disse à Angela, com voz de Lauren Bacall (artista de cinema, para aqueles que, como eu, não são cinéfilos), que nada estava aberto (ou seja, os tais 18 mil habitantes estavam todos adormecidos) .
Um fato que Angela está aqui me lembrando de relatar é que, ao alugar o carro, a Hertz queria nos fazer um 'seguro de atropelamento de animais', já que há muitos bisões, veados, antílopes, coiotes, alces e ursos.
Gente, você me imaginariam fazendo um 'seguro contra veados'?
Delicadamente recusei o seguro, prometendo ao agente alugador da Hertz que iria proteger os bichinhos dos 3 parques.
Acho que meu potentíssimo Chevrolet deve ter um freio à prova de bisão.
Nosso guia diz: "Since 1980, the number of Yellowstone visitors gored by bison is three times the number attacked by bears."
Só nos resta pensar: "Bisões, estamos a caminho!"
Friday, 22 July 2011
Estamos no 'Buraco de Jackson'

Deveríamos ter ido hoje para Cody, que é uma cidadezinha que fica à margem leste do Parque Nacional de Yellowstone.
Acontece que nosso voo, pela United Airlines, atrasou muito e não saiu de San Francisco a tempo de conseguirmos pegar a conexão em Denver.
A companhia aérea alegou que não tinha qualquer responsabilidade com o atraso do voo, porque este atraso tinha sido causado por problemas de mau tempo. Para as companhias aéreas americanas, mau tempo é uma saída para não indenizar o passageiro, ou mesmo arranjar hotel, se for o caso de o passageiro ficar preso em alguma cidade.
Após muita argumentação (e alguma perda de paciência, com falatório exaltado, por parte dos dois brasileiros viajantes, Angela e eu), conseguimos (não sei por que milagre) um 'voucher' (='vale') refeição e uma pernoite em um hotel em Denver, Colorado, onde tivemos nossa escala.
Uma das razões de nossa irritação foi que nossa conexão partiu às 19:27 e nós chegamos ao Portão 94 (vindos, em uma correria insana, com Angela controlando o seu joelho problemático e eu levantando duas malas "no muque" e bufando alto, para impressioná-la e aos circunstantes) às 19:34. Por sete míseros minutos a United Airlines nos deixou completamente "na pior".
Tentaram nos encaixar em um voo para Salt Lake City, com conexão para Cody no dia seguinte, somente, às 23 horas. Isso significaria ficar aproximadamente 20 horas em uma cidade (Salt Lake City) que não nos interessaria minimamente conhecer, em parte por não sermos mórmons...
Recusamos esta conexão e fomos conversar com outra funcionária da United Airlines, que nos reservou um voo para a cidade chamada Jackson Hole, ou seja, Buraco do Jackson.
Os americanos falam "Jackson Hole" (=Buraco do Jackson), ou simplesmente "Jackson", talvez por vergonha do nome da cidade, talvez pela mania que eles têm de abreviar tudo, não sabemos ao certo.
Chegamos a Buraco do Jackson às 10 da noite.
Enquanto esperávamos o voo em Denver, consegui mudar, por telefone, nossa reserva de carro para o Buraco do Jackson, ao invés da reserva original em Cody / Yellowstone.
Descobrimos que a cidade Buraco do Jackson fica ao sul do Parque de Yellowstone, ao passo que Cody fica a leste.
No avião perguntamos como era o Buraco, se tinha hotéis, se era longe do parque.
Os nossos interlocutores nos disseram que havia muitos hotéis.
Alugamos o carro, procuramos hotel, todos estavam lotados.
O funcionário da Hertz, empresa de aluguel de carros, telefonou para uns 5 hotéis, motéis, só não telefonou para 'bordéis': tudo lotado.
E a loja de aluguel no aeroporto estava fechando. E o funcionário, às 22:40 já querendo ir para casa. E nós, fazendo caras de idiotas, para talvez causar compaixão.
Acabamos encontrando um hotel muito mais caro do que queríamos, o último quarto disponível. Pagamos USD$ 175.70 por uma noite.
Mas estávamos no aeroporto, tendo que apanhar o carro que recém alugáramos. Não sabíamos como chegar ao tal estacionamento da Hertz. Fomos andando. Vimos uns números, procuramos a placa do carro.
Nada.
Não encontramos o carro.
Mas o funcionário da Hertz nos disse para apertar o alarme do carro, junto da chave, que ele apitaria.
Angela sugeriu: aperte o alarme "na doida", que a gente acaba encontrando. Dito e feito: apertei, apertei, apertei, e um carro luxuosíssimo me respondeu "Howdy Stranger!". Vejam foto do carro alugado, 'Nosso Possante', foto esta tirada da internet. Amanhã tiraremos 'fotos de verdade', do próprio carro, para vocês verem como o carro é um fenômeno de lindo.
Acendeu várias luzes, só não buzinou espontaneamente.
Entramos no carro, a turista-furacão e eu.
Eu não sabia dirigir um carro luxuosíssimo (para quem entende de carro, é um Chevrolet Traverse LT).
Ele tem muitas e muitas luzes. Em verdade é todo iluminado por dentro e por fora: uma verdadeira árvore de Natal, completou a Angela.
Saí de-va-gar-zi-nho para me acostumar com carro hidramático (que dirigira no ano 2.000, quando aqui viemos).
O carro estava com o ar condicionado ligado, soprando em cima de mim. A temperatura no Buraco do Jackson era de 16 graus. E chovia um pouco. E eu apertava botões e o rádio falava. E o ar condicionado ficava mais forte. E eu precisava, urgentemente, saber como apagar as luzes do farol dianteiro, para não atrapalhar os motoristas vindos na direção contrária.
A escuridão, na estrada, era total. E o carro luminoso que eu dirigia parecia uma "princesa fulgurante", de tantas luzes piscantes.
Para animar um pouco a viagem, um carro de polícia nos parou. Pedi inúmeras desculpas ao Obama, à Michele, à família real (por via das dúvidas...). Aproveitei a oportunidade e pedi informações ao "Seu Guarda" (que eu chamava de 'Officer', achando que poderia escapar da multa enorme).
O tal 'officer' me disse: "I stopped you because you were swerving all over the road, Sir, crossing the line between the lanes all the time!" Aí, fiz a velha voz do John Wayne, pedi perdão, pedi ajuda, uma lágrima furtiva desceu pela minha cicatriz, abaixo do olho e, Caros Leitores, FUI PERDOADO!
O guardinha me deixou ir embora e, tendo me ensinado o caminho para o tal do Super 8, nosso hotel-ladrão (que nos cobrou os tubos, por uma mera noite de soneca), cheguei aqui, meio "aos trancos e barrancos".
Eu poderia, evidentemente, escrever páginas e mais páginas sobre o tal Chevrolet que estou dirigindo. Não aborrecerei meus Caros Leitores com conversa fiada e desinteressante.
Desliguei o carro, ao chegar ao hotel. Não consegui desligar as luzes internas. Confessei isso à Angela. E Angela, por ser altamente entendida de mecânica de automóveis de luxo, sentenciou: "você tem de desligar as luzes internas, de outra forma poderá o super carro ficar sem bateria amanhã pela manhã".
Acreditei nela, voltei, na chuva, para o carro. Felizmente, o carro se apiedara de mim e se desligara as luzes automaticamente, para minha felicidade momentânea. Quase cantei "Allons Enfants..." de tanta alegria, para não ser identificado como brasileiro bagunceiro...
Amanhã é outro dia e veremos como será nossa viagem, de carro, entre o Buraco de Jackson e Cody, para onde deverá ter sido enviada nossa mala, onde deverá chegar às 17 horas.
Por ora, estamos 'nos virando' com roupa improvisada, que Angela lavou e está secando a ferro.
O hotelzinho, chamado Super 8, tem rede sem fio e, por isso, vocês estão sabendo, em primeira mão, o que a turista-furacão está aprontando por aqui.
As casas que sobreviveram ao terremoto de 1906

As casas da foto foram construídas no final do século XIX e são uma das poucas 'sobreviventes' do terremoto que assolou San Francisco, em 1906.
Muitas outras casas foram, depois, construídas no mesmo estilo dessas seis que sobraram do terremoto.
Um quase suicídio na Estação Embarcadero
Hoje fomos jantar com um amigo, o Eugene Gutkin (que mora em Los Angeles e estava visitando Berkeley), em um restaurante em Berkeley.
O jantar foi muito agradável.
Voltando do jantar, pegamos o trem de Berkeley para San Francisco e, no meio do caminho, o trem parou (pouco antes da estação Embarcardero de metrô) e o maquinista do trem anunciou, em um inglês um pouco diferente do inglês falado pelo Barack Obama, que havia um caso de uma pessoa potencialmente suicida, por causa de quem a energia tinha sido desligada e o trem não podia seguir, enquanto não se resolvesse o impasse.
Após cerca de 10 minutos, o maquinista do trem repetiu o aviso (era quase meia noite), dizendo que o trem não poderia prosseguir, enquanto não se solucionasse o problema da tal pessoa "suicidal" (isto é, passível de cometer suicídio).
Angela e eu, que já tínhamos vivenciado um tiroteio algumas horas antes em San Francisco, compreendemos logo que aquilo devia ser algum filme americano, sendo trazido de Los Angeles para San Francisco. Ficamos "na nossa", meio que dormindo no trem do metrô, enquanto as "otoridades competentes americanas" solucionavam o tal possível suicídio, ou enquanto o filme americano fosse rodado a contento.
Após mais alguns minutos, a energia foi restabelecida, o trem do metrô se iluminou mais intensamente (estivéramos "à meia luz" por alguns minutos)e o trem partiu outra vez, sem qualquer explicação aos passageiros.
Não sabemos se a pessoa se suicidou mesmo, ou se foi tão-somente aquele filme de faroeste que começou a ser rodado à tarde, para benefício do nosso blog (que seria posteriormente enriquecido com uma história surpreendente), e foi concluído à noite, com a história da 'suicidal person' na Estação Embarcadero do metrô de San Francisco.
Pode ser que os jornais de San Francisco nos esclareçam mais amanhã, sobre os dois incidentes aqui relatados.
O jantar foi muito agradável.
Voltando do jantar, pegamos o trem de Berkeley para San Francisco e, no meio do caminho, o trem parou (pouco antes da estação Embarcardero de metrô) e o maquinista do trem anunciou, em um inglês um pouco diferente do inglês falado pelo Barack Obama, que havia um caso de uma pessoa potencialmente suicida, por causa de quem a energia tinha sido desligada e o trem não podia seguir, enquanto não se resolvesse o impasse.
Após cerca de 10 minutos, o maquinista do trem repetiu o aviso (era quase meia noite), dizendo que o trem não poderia prosseguir, enquanto não se solucionasse o problema da tal pessoa "suicidal" (isto é, passível de cometer suicídio).
Angela e eu, que já tínhamos vivenciado um tiroteio algumas horas antes em San Francisco, compreendemos logo que aquilo devia ser algum filme americano, sendo trazido de Los Angeles para San Francisco. Ficamos "na nossa", meio que dormindo no trem do metrô, enquanto as "otoridades competentes americanas" solucionavam o tal possível suicídio, ou enquanto o filme americano fosse rodado a contento.
Após mais alguns minutos, a energia foi restabelecida, o trem do metrô se iluminou mais intensamente (estivéramos "à meia luz" por alguns minutos)e o trem partiu outra vez, sem qualquer explicação aos passageiros.
Não sabemos se a pessoa se suicidou mesmo, ou se foi tão-somente aquele filme de faroeste que começou a ser rodado à tarde, para benefício do nosso blog (que seria posteriormente enriquecido com uma história surpreendente), e foi concluído à noite, com a história da 'suicidal person' na Estação Embarcadero do metrô de San Francisco.
Pode ser que os jornais de San Francisco nos esclareçam mais amanhã, sobre os dois incidentes aqui relatados.
Thursday, 21 July 2011
Esta vida sacrificada, mas animadíssima, de turista
Andar com a Angela, a turista-furacão, tem surpresas inesperadas.
Hoje visitamos a ponte Golden Bridge. E a Alamo Square. E a Prefeitura de San Francisco. E o Civic Center. E Fisherman's Wharf. E andamos de bondinho. E andamos de ônibus. E andamos de táxi.
Só faltou andar de barco e de avião.
Hoje vimos até tiroteio...
E agora estamos nos preparando para, talvez, irmos a Berkeley (que fica a 25 minutos de metrô do centro da cidade de San Francisco), jantar com um amigo (que mora em Los Angeles e está chegando hoje a Berkeley, para uma visita de alguns dias à "bay area", que é esta região maior, que inclui San Francisco, San Jose, Berkeley e algumas outra tantas cidadezinhas da região.
Hoje visitamos a ponte Golden Bridge. E a Alamo Square. E a Prefeitura de San Francisco. E o Civic Center. E Fisherman's Wharf. E andamos de bondinho. E andamos de ônibus. E andamos de táxi.
Só faltou andar de barco e de avião.
Hoje vimos até tiroteio...
E agora estamos nos preparando para, talvez, irmos a Berkeley (que fica a 25 minutos de metrô do centro da cidade de San Francisco), jantar com um amigo (que mora em Los Angeles e está chegando hoje a Berkeley, para uma visita de alguns dias à "bay area", que é esta região maior, que inclui San Francisco, San Jose, Berkeley e algumas outra tantas cidadezinhas da região.
No meio de um tiroteio...
Parece até brincadeira: ficamos "no meio" de um tiroteio.
Estávamos no Civic Center (uma praça grande, onde fica o prédio da prefeitura de San Francisco) e começamos a caminhar por uma rua, aparentemente calmíssima, com belas árvores frondosas e um ambiente "super família", como alguns descreveriam o ambiente.
Quase ouvíamos os pássaros cantando odes de civilização e paz.
De repente, avistamos dois jovens (entre 20 e 30 anos, um deles bastante obeso), com jeito de "uma possível marginalidade". Atravessamos a rua, para não passarmos muito perto dos jovens, pois habitantes do Rio de Janeiro o que mais fazem é atravessar e des-atravessar ruas, quando caminham pelas calmíssimas ruas da 'cidade maravilhosa'...
Após caminharmos mais uns 10 metros, do outro lado da calçada, comecei a ouvir tiros e vi uma pessoa correndo e se escondendo, cerca de 20 metros à nossa frente. Quando os tiros começaram (eu diria que foi um total de uns 8 a 12 tiros, em ritmo "rápido e rasteiro", como soe acontecer em filmes de faroeste), Angela pensou que estivéssemos presenciando alguma comemoração de 4 de julho, independência americana. O tal sujeito que pulou no chão à nossa frente nos demoveu, rapidamente, da hipótese comemorativa para o barulhinho de tiros que ouvíamos.
Voltamos, meio assustados, entramos em uma oficina. Vimos e ouvimos os dois rapazes, a quem tínhamos evitado a nobre e construtiva companhia, comentando animadamente o ocorrido e apontando para o local de onde se originou o tiroteio.
Por via das dúvidas, guardei a máquina de fotografia que estava pendurada no meu pescocó, por convite exortativo de minha querida esposa Angela Maria. Eu diria até que o convite que ela me fez foi mais com jeitão de ordem do que de gentil solicitação mas não a culpo, nas circunstâncias.
Só nos surpreendemos um pouco, na terra do Tio Sam, na maravilhosa San Francisco, em "rua família", cercados de pássaros, árvores frondosas, cidadãos do bem e pagadores de seus impostos, termos sido acometidos de uma cena de faroeste, com gente correndo à nossa frente (Angela chegou a me afirmar, a horas tantas, que tinha avistado o Clint Eastwood, caminhando em nossa direção; acho que ela exagerou um pouco...).
Retrocedemos da direção aonde nos dirigíamos, perguntamos a um segurança de um prédio, fomos aconselhados a, se quiséssemos táxi, procurá-lo perto de um hotel. Assim o fizemos, fomos à Alamo Square, uma praça com casinhas lindas, estilo vitoriano.
Fotogramos as casas e batemos em retirada.
Não conseguimos deixar de imaginar, como teria sido curioso, se tivéssemos sido atingidos por uma bala perdida, vindos do Rio de Janeiro, em plena San Francisco.
Já imaginaram como seria a manchete dos jornais de amanhã aí no Brasil:
VELHINHO BRASILEIRO, ACOMPANHADO DE SUA PRINCESA, VISITANDO SAN FRANCISCO, É ATINGIDO NA ORELHA ESQUERDA POR BALA PERDIDA. ELE FOI ATENDIDO NA EMERGÊNCIA DO HOSPITAL GERAL DE SAN FRANCISCO E PASSA BEM.
Estávamos no Civic Center (uma praça grande, onde fica o prédio da prefeitura de San Francisco) e começamos a caminhar por uma rua, aparentemente calmíssima, com belas árvores frondosas e um ambiente "super família", como alguns descreveriam o ambiente.
Quase ouvíamos os pássaros cantando odes de civilização e paz.
De repente, avistamos dois jovens (entre 20 e 30 anos, um deles bastante obeso), com jeito de "uma possível marginalidade". Atravessamos a rua, para não passarmos muito perto dos jovens, pois habitantes do Rio de Janeiro o que mais fazem é atravessar e des-atravessar ruas, quando caminham pelas calmíssimas ruas da 'cidade maravilhosa'...
Após caminharmos mais uns 10 metros, do outro lado da calçada, comecei a ouvir tiros e vi uma pessoa correndo e se escondendo, cerca de 20 metros à nossa frente. Quando os tiros começaram (eu diria que foi um total de uns 8 a 12 tiros, em ritmo "rápido e rasteiro", como soe acontecer em filmes de faroeste), Angela pensou que estivéssemos presenciando alguma comemoração de 4 de julho, independência americana. O tal sujeito que pulou no chão à nossa frente nos demoveu, rapidamente, da hipótese comemorativa para o barulhinho de tiros que ouvíamos.
Voltamos, meio assustados, entramos em uma oficina. Vimos e ouvimos os dois rapazes, a quem tínhamos evitado a nobre e construtiva companhia, comentando animadamente o ocorrido e apontando para o local de onde se originou o tiroteio.
Por via das dúvidas, guardei a máquina de fotografia que estava pendurada no meu pescocó, por convite exortativo de minha querida esposa Angela Maria. Eu diria até que o convite que ela me fez foi mais com jeitão de ordem do que de gentil solicitação mas não a culpo, nas circunstâncias.
Só nos surpreendemos um pouco, na terra do Tio Sam, na maravilhosa San Francisco, em "rua família", cercados de pássaros, árvores frondosas, cidadãos do bem e pagadores de seus impostos, termos sido acometidos de uma cena de faroeste, com gente correndo à nossa frente (Angela chegou a me afirmar, a horas tantas, que tinha avistado o Clint Eastwood, caminhando em nossa direção; acho que ela exagerou um pouco...).
Retrocedemos da direção aonde nos dirigíamos, perguntamos a um segurança de um prédio, fomos aconselhados a, se quiséssemos táxi, procurá-lo perto de um hotel. Assim o fizemos, fomos à Alamo Square, uma praça com casinhas lindas, estilo vitoriano.
Fotogramos as casas e batemos em retirada.
Não conseguimos deixar de imaginar, como teria sido curioso, se tivéssemos sido atingidos por uma bala perdida, vindos do Rio de Janeiro, em plena San Francisco.
Já imaginaram como seria a manchete dos jornais de amanhã aí no Brasil:
VELHINHO BRASILEIRO, ACOMPANHADO DE SUA PRINCESA, VISITANDO SAN FRANCISCO, É ATINGIDO NA ORELHA ESQUERDA POR BALA PERDIDA. ELE FOI ATENDIDO NA EMERGÊNCIA DO HOSPITAL GERAL DE SAN FRANCISCO E PASSA BEM.
Wednesday, 20 July 2011
O museu Exploratorium

Hoje visitamos o Exploratorium, um museu de ciências, que estava cheiíssimo de crianças aprendendo a fazer ciências.
Achamos o museu ótimo.
Deveria haver algo semelhante em várias cidades brasileiras.
A criançada se diverte a valer, ao mesmo tempo em que aprende. Não parece ser um museu particularmente difícil de manter, uma vez que tenha sido montado. E é de imensa utilidade para um país.
A foto mostra um experimento com luz.
Há experimentos com luz, água, espuma, sons....
As crianças (e alguns adultos estrangeiros bobos, como nós) interagem com as máquinas, que lhes 'ensinam' a fazer ciência de forma divertida e criadora.
Comprei um teclado de computador
Hoje fomos à Best Buy (uma loja de produtos eletrônicos), comprar uma máquina de fotografia, para substitur a tal máquina que, vergonhosamente, fugiu de nós.
Comprei também um teclado sem frio, da Microsoft.
Se posso, evito comprar produtos e programas da Microsoft, como o Windows (de onde lhes estou escrevendo agora). Mas não resisti comprar o tal do Arc keyboard da Microsoft.
A 'carne computacional' é fraca e a gente, às vezes, faz besteira, compra o que não deveria, compra demais...
Comprei também um teclado sem frio, da Microsoft.
Se posso, evito comprar produtos e programas da Microsoft, como o Windows (de onde lhes estou escrevendo agora). Mas não resisti comprar o tal do Arc keyboard da Microsoft.
A 'carne computacional' é fraca e a gente, às vezes, faz besteira, compra o que não deveria, compra demais...
Caminhando contra o vento

Hoje caminhamos bastante, praticamente das 8 da manhã às 10 da noite.
Ver uma cidade com uma turista-furacão é experiência cansativa. Mas a gente, certamente, fica conhecendo 'um monte de cidade' em um tempo muito curto.
Esta é uma foto de alguns prédios da cidade.
Por que chamei o 'post' de 'Caminhando contra o vendo'? Porque aqui sopra, muitas vezes, um vento gélido, contra o qual frequentemente temos de caminhar.
Uma foto da baía de San Francisco

Temos dezenas, talvez centenas, de fotos da baía de San Francisco.
A deste 'post' é apenas uma delas...
Um roubo(?) na Wallgreen
Hoje presenciamos uma cena inusitada na farmácia Wallgreen. Fomos lá, às 21:30, comprar filtro solar. A horas tantas vi um funcionário da farmácia sair correndo, seguido de mais dois funcionários. Eles voltaram com um rapaz de cor, trazido com os braços imobilizados. Acho que eles o levaram para a parte da administração da farmácia e devem ter chamado a polícia.
Não sabemos o que houve de errado.
Só notamos que todos os funcionários da farmácia falavam alguma língua da China entre si. Isso é curioso: por que 6 funcionários chineses na mesma filial da Wallgreen? Talvez por ser uma franquia, aberta por chineses.
Nas prateleiras da farmácia havia souvenir da ponte Golden Gate, com a inscrição Made in China.
A gente, às vezes, tem a impressão de que todos os produtos do mundo foram feitos na China...
Não sabemos o que houve de errado.
Só notamos que todos os funcionários da farmácia falavam alguma língua da China entre si. Isso é curioso: por que 6 funcionários chineses na mesma filial da Wallgreen? Talvez por ser uma franquia, aberta por chineses.
Nas prateleiras da farmácia havia souvenir da ponte Golden Gate, com a inscrição Made in China.
A gente, às vezes, tem a impressão de que todos os produtos do mundo foram feitos na China...
Um passeio de barco pela baía

Ontem fizemos uma viagem pela baía. Demos uma volta ao redor da Ilha de Alcatraz, antiga prisão federal, hoje desativada.
Fomos em um navio bem vagabundinho (assim achamos) e vou mostrar uma foto do navio-sucatão aqui no blog.
O bairro quase pornô de San Francisco
Hoje fomos a um parque bem distante do lugar onde estamos hospedados: o Presidio (que de 'presídio' não tem nada, exceto o nome parecidíssimo).
Primeiro fomos à loja Best Buy, bem distante daqui. Depois pegamos um táxi que fez um caminho muito mais longo do que o necessário e nos levou ao tal parque.
Saímos do parque, algumas horas depois, e pegamos um ônibus, o 43, até um segundo parque, o Parque Golden Gate. Pegamos um ônibus, seguindo o conselho de uma americana a quem pedimos informação no museu Exploratorim, onde tínhamos ido (museu este que fica no Marina District).
Saindo deste último museu, já bastante cansados, resolvemos pegar um táxi e táxis não havia. Em San Francisco não parece haver muitos táxis, talvez porque a população seja majoritariamente motorizada.
Andamos, andamos, andamos e não conseguimos táxi. Vimos, então, um ônibus 43 (que já havíamos pegado anteriormente, para chegar ao Parque Golden Gate. Desta vez não sabíamos para onde estávamos indo. Só sabíamos que o 43 tinha nos servido bem, algumas horas atrás.
O nome das ruas por onde o tal 43 nos levou, pareciam advindos de um filme pornô americano da quinta categoria:
BALCETA
PORTOLA
PHELON
TARA
Esboçamos um leve sorriso, por termos pensado, mal ou bem, que estávamos caminhando por um verdadeiro 'red district', tal eram as evocações das ruas por onde o ônibus passava.
Mas isso é história de brasileiro bobo, que lê cândidos nomes de ruas e começa a imaginar besteira...
Primeiro fomos à loja Best Buy, bem distante daqui. Depois pegamos um táxi que fez um caminho muito mais longo do que o necessário e nos levou ao tal parque.
Saímos do parque, algumas horas depois, e pegamos um ônibus, o 43, até um segundo parque, o Parque Golden Gate. Pegamos um ônibus, seguindo o conselho de uma americana a quem pedimos informação no museu Exploratorim, onde tínhamos ido (museu este que fica no Marina District).
Saindo deste último museu, já bastante cansados, resolvemos pegar um táxi e táxis não havia. Em San Francisco não parece haver muitos táxis, talvez porque a população seja majoritariamente motorizada.
Andamos, andamos, andamos e não conseguimos táxi. Vimos, então, um ônibus 43 (que já havíamos pegado anteriormente, para chegar ao Parque Golden Gate. Desta vez não sabíamos para onde estávamos indo. Só sabíamos que o 43 tinha nos servido bem, algumas horas atrás.
O nome das ruas por onde o tal 43 nos levou, pareciam advindos de um filme pornô americano da quinta categoria:
BALCETA
PORTOLA
PHELON
TARA
Esboçamos um leve sorriso, por termos pensado, mal ou bem, que estávamos caminhando por um verdadeiro 'red district', tal eram as evocações das ruas por onde o ônibus passava.
Mas isso é história de brasileiro bobo, que lê cândidos nomes de ruas e começa a imaginar besteira...
A vingança da máquina fotográfica
A minha máquina fotográfica digital, uma Panasonic Lumix, se vingou de mim.
De tanto que eu disse que não sabia fotografar direito, que ela, provavelmente por estar acompanhando meu blog, resolveu que não mais queria ficar comigo: foi-se embora, sem ao menos se despedir de mim.
Angela e eu nos alternávamos no uso das 2 máquinas digitais que estavam aqui conosco: um Nikon digital e uma Panasonic Lumix, também digital. Passamos o dia de ontem alternando o uso da máquinas: ora Angela usava a Lumix, ora eu usava.
Ao chegarmos ao hotel, na hora de transferir as fotos do cartão para o computador, vimos que a máquina fotográfica tinha decidido, infelizmente, nos abandonar de vez. Não a encontramos, por mais que procurássemos.
Até agora não sabemos o que aconteceu de verdade: se Angela a esqueceu no táxi, voltando da Lombard Street, ou se eu a esqueci no táxi. Ou se a máquina resolveu 'pular' do meu bolso da calça. Este mistério talvez nunca elucidemos.
Era uma máquina fotográfica que eu tinha comprado de segunda mão, no Amazon Market Place (isto é, em uma das lojas afiliadas da Amazon). Quem me trouxe a máquina foi a Margret, mãe do Arlo, pois, ao comprá-la pela Amazon, pedi que a entregassem em Oneonta, NY, onde a Margret mora.
Eu até gostava da 'danadinha', embora falasse um pouco mal de minhas atividades fotográficas com ela.
Hoje cedo, fomos à Best Buy e compramos uma máquina substituta, uma outra Panasonic Lumix de modelo equivalente (a anterior era uma FH20, esta é uma FH-5). Fazem basicamente a mesma coisa: tirar fotos, quando o fotógrafo sabe o que está fazendo.
Não é o meu caso.
Mas vou tirando fotos com ela, mesmo assim, até ela cansar de mim e me abandonar.
Sem nem se despedir...
De tanto que eu disse que não sabia fotografar direito, que ela, provavelmente por estar acompanhando meu blog, resolveu que não mais queria ficar comigo: foi-se embora, sem ao menos se despedir de mim.
Angela e eu nos alternávamos no uso das 2 máquinas digitais que estavam aqui conosco: um Nikon digital e uma Panasonic Lumix, também digital. Passamos o dia de ontem alternando o uso da máquinas: ora Angela usava a Lumix, ora eu usava.
Ao chegarmos ao hotel, na hora de transferir as fotos do cartão para o computador, vimos que a máquina fotográfica tinha decidido, infelizmente, nos abandonar de vez. Não a encontramos, por mais que procurássemos.
Até agora não sabemos o que aconteceu de verdade: se Angela a esqueceu no táxi, voltando da Lombard Street, ou se eu a esqueci no táxi. Ou se a máquina resolveu 'pular' do meu bolso da calça. Este mistério talvez nunca elucidemos.
Era uma máquina fotográfica que eu tinha comprado de segunda mão, no Amazon Market Place (isto é, em uma das lojas afiliadas da Amazon). Quem me trouxe a máquina foi a Margret, mãe do Arlo, pois, ao comprá-la pela Amazon, pedi que a entregassem em Oneonta, NY, onde a Margret mora.
Eu até gostava da 'danadinha', embora falasse um pouco mal de minhas atividades fotográficas com ela.
Hoje cedo, fomos à Best Buy e compramos uma máquina substituta, uma outra Panasonic Lumix de modelo equivalente (a anterior era uma FH20, esta é uma FH-5). Fazem basicamente a mesma coisa: tirar fotos, quando o fotógrafo sabe o que está fazendo.
Não é o meu caso.
Mas vou tirando fotos com ela, mesmo assim, até ela cansar de mim e me abandonar.
Sem nem se despedir...
Angela, a turista furacão...
Angela ontem, com jet lag e tudo, caminhou de 11 da manhã às 9 da noite.
Imaginem só vocês o que poderá ocorrer hoje, quando ela teve uma noite de sono...
Estou só preparando meus músculos da perna para andar, andar, andar...
Se eu estiver vivo à noite, vocês saberão.
Até mais tarde (talvez, quem sabe...)!
Ser casado com turista-furacão tem dessas vantagens: a gente acaba, quer queira quer não, conhecendo até "a rebiboca da parafuseta" de uma cidade.
San Francisco, here we go..!!!!
Imaginem só vocês o que poderá ocorrer hoje, quando ela teve uma noite de sono...
Estou só preparando meus músculos da perna para andar, andar, andar...
Se eu estiver vivo à noite, vocês saberão.
Até mais tarde (talvez, quem sabe...)!
Ser casado com turista-furacão tem dessas vantagens: a gente acaba, quer queira quer não, conhecendo até "a rebiboca da parafuseta" de uma cidade.
San Francisco, here we go..!!!!
Prova factual

Estou anexando uma foto da Angela comigo, em San Francisco, para que os leitores pouco crédulos (todos?!) saibam que a pessoa que eu fui buscar no aeroporto foi realmente a Angela Maria (e não a Daniela Mercury, ou a Dilma-Não-Sei-Das-Quantas...)
Tuesday, 19 July 2011
A chegada da Angela a San Francisco
Hoje, pela manhã, fui buscar a Angela em San Francisco. Ela viajou pela Delta Airlines e teve experiência muito positiva com a companhia (ao contrário da minha experiência, com a U.S. Airways, que cancelou meu voo de vinda, tendo eu chegado a San Francisco com 24 horas de atraso).
Angela chegou cerca de 10:30 da manhã, mais de meia hora antes do previsto, e viemos para o Grant Plaza Hotel, que já deve ter sido "grande"/"importante"/"imponente" algum dia, a julgar pelo nome, mas que hoje é um hotelzinho bem sofrível.
Se eu tivesse de classificá-lo com estrelas, talvez eu desse meia estrela a ele.
Alguns defeitos imediatos do Grant Plaza Hotel:
1) a internet sem fio no quarto funciona com muita lentidão (tanta lentidão que diversos hóspedes, como eu, ficam aqui na portaria, com seus notebooks, para poderem acessar a internet;
2) o conforto do hotel é, naturalmente, relativo...
Em compensação, o hotel é barato (pagamos menos de 100 dólares por diária...).
Bem, eu mencionava a chegada da Angela. Ela chegou pouco antes das 11 da manhã e visitamos San Francisco até quase 21h30min..!
Vai ser forte assim lá em San Francisco...
Hoje andamos de barco pela baía e caminhamos, caminhamos, caminhamos; de tanto caminhar, pensei que já estivéssemos chegando ao México...
Estou aqui no 'lobby' do hotel, onde a internet é sofrível.
Se eu silenciar uns poucos dias, vocês já sabemo o motivo (além do 'apetite de bater pernas' da Angela...
Angela chegou cerca de 10:30 da manhã, mais de meia hora antes do previsto, e viemos para o Grant Plaza Hotel, que já deve ter sido "grande"/"importante"/"imponente" algum dia, a julgar pelo nome, mas que hoje é um hotelzinho bem sofrível.
Se eu tivesse de classificá-lo com estrelas, talvez eu desse meia estrela a ele.
Alguns defeitos imediatos do Grant Plaza Hotel:
1) a internet sem fio no quarto funciona com muita lentidão (tanta lentidão que diversos hóspedes, como eu, ficam aqui na portaria, com seus notebooks, para poderem acessar a internet;
2) o conforto do hotel é, naturalmente, relativo...
Em compensação, o hotel é barato (pagamos menos de 100 dólares por diária...).
Bem, eu mencionava a chegada da Angela. Ela chegou pouco antes das 11 da manhã e visitamos San Francisco até quase 21h30min..!
Vai ser forte assim lá em San Francisco...
Hoje andamos de barco pela baía e caminhamos, caminhamos, caminhamos; de tanto caminhar, pensei que já estivéssemos chegando ao México...
Estou aqui no 'lobby' do hotel, onde a internet é sofrível.
Se eu silenciar uns poucos dias, vocês já sabemo o motivo (além do 'apetite de bater pernas' da Angela...
Esclarecimentos importantes, sobre os 'posts' anteriores
Caros leitores,
O Arlo leu o blog e, como personagem diretamente atuante em diversas situações relatadas, ofereceu comentários importantes e relevantes, esclarecendo alguns aspectos sobre os quais eu, não sendo nativo desta terra, fiz suposições parcialmente equivocadas.
Por exemplo, o pão que se come lá no The Convent.
Ele é doado por uma padaria, que dá aos estudantes os pães que não vendeu de imediato. Por isso, às vezes a 'frescura' do pão pode deixar um pouco a desejar.
Mas o Arlo fez inúmeros outros esclarecimentos importantes e recomendo fortemente que vocês, Caríssimos Leitores, leiam aqueles comentários, para terem uma ideia melhor de como funcionam alguns fatos anteriormente por mim relatados.
O Arlo leu o blog e, como personagem diretamente atuante em diversas situações relatadas, ofereceu comentários importantes e relevantes, esclarecendo alguns aspectos sobre os quais eu, não sendo nativo desta terra, fiz suposições parcialmente equivocadas.
Por exemplo, o pão que se come lá no The Convent.
Ele é doado por uma padaria, que dá aos estudantes os pães que não vendeu de imediato. Por isso, às vezes a 'frescura' do pão pode deixar um pouco a desejar.
Mas o Arlo fez inúmeros outros esclarecimentos importantes e recomendo fortemente que vocês, Caríssimos Leitores, leiam aqueles comentários, para terem uma ideia melhor de como funcionam alguns fatos anteriormente por mim relatados.
Café em San Francisco...

Uma das mudanças que ocorreu, aqui nos Estados Unidos, desde a minha última visita, há 4 anos, foi a proliferação de serviços gratuitos de internet (os chamados 'hot spots').
Na maioria desses lugares, muitas vezes são cafés, a velocidade de conexão é boa.
Em alguns poucos, a velocidade não permitiu a navegação.
Aqui no The Convent a velocidade é ótima, em qualquer lugar do prédio (ainda não testei de dentro do latão de lixo, nem de dentro do armário do quarto...
Subscribe to:
Comments (Atom)










