É evidente que diferentes pessoas fariam listas diferentes de características entre estes dois países, Brasil - EUA, que lhes parecessem relevantes.
Vou listar, a seguir, as diferenças que mais notei, algumas cultuais, outras não..
1) dizer ´thank you´ e ´excuse-me´
(os americanos dizem muito mais ´obrigado´ e ´desculpe-me/com licença´ do que os brasileiros). Isto faz com que eles nos achem mal-educados, mesmo em relação a pessoas que aqui seriam consideradas normais, ou até bem-educadas.
2) o espaço físico entre as pessoas é muito maior lá do que aqui.
Nos Estados Unidos as pessoas não parecem tolerar a proximidade do outro, especialmente no caso de completos desconhecidos (em uma fila qualquer, por exemplo);
3) atualmente, o preço de se comer fora (em um restaurante comum, sem ´estrelas´) está muito maior aqui do que lá, dependendo (claro) de onde se come e do que se come.
Um sanduíche maravilhoso lá custa de 9 a 11 dólares (sanduíche que você mal consegue comer, de tão grande, além de gostoso). Nas quase 4 semanas em que lá estive nunca cheguei a comer um sanduíche de mais de $ 9.50.
4) a despreocupação das pessoas, quanto a possíveis roubos/assaltos é, claro, muito maior lá (maior despreocupação) do que aqui.
5) o medo e tensão das autoridades constituídas, em aeroportos, é muito maior lá do que aqui.
(o tal do Homeland Security, responsável pela segurança em aeroportos, trabalha sobre imensa pressão e isto se reflete, naturalmente, no modo estúpido com que eles, muitas vezes, tratam o público)
6) há pobreza lá como aqui.
7) há uma ´pobreza´/marginalidade que não conseguimos, nós brasileiros, entender muito bem.
Causa-nos estranheza, por exemplo, uma pessoa, de aparência miserável, com um cartaz, em Berkeley, que diz: ¨Tenho preguiça de assaltar as pessoas, dê-me dinheiro para cerveja".
Assim como, uma outra pessoa, também com aparência miserável, em San Francisco, com um cartaz dizendo: "Dê-me dinheiro para fumar maconha!".
8) é muito fácil, nos Estados Unidos, sucumbir à tentação de "comer porcarias", como comida do McDonald´s , ou batatas fritas.
A batata frita americana é UMA DELÍCIA. Nunca comi batata frita murcha lá. É perfeitamente possível comer batata frita pela manhã, à tarde e à noite. E será sempre gostosa. Por isso, talvez, o número de pessoas obesas é maior lá do que aqui. Lá não é raro ver pessoas MUITO OBESAS, com obesidade mórbida...
Esses são os fatos que notei de imediato. Se pensar mais, poderei aumentar essa lista, provavelmente.
Saturday, 6 August 2011
Wednesday, 3 August 2011
Chegada ao Rio de Janeiro
Após uma viagem de pouco mais de 50 (cinquenta horas), finalmente cheguei ao aeroporto do Galeão.
Minha mala despachada esperava por mim no balcão da U.S. Airways e cheguei aqui em casa cansado mas bem.
Acho que vou encerrar o blog "Meu amigo Zé Colmeia", narrando nossa tentativa (da Angela, turista-furacão, e minha de avistar um urso lá no Parque de Yellowstone, no Estado de Wyoming, o que não aconteceu (fomos ver dois ursos, o Coola e o Grinder, em Vancouver somente).
Estou pensando em começar um outro blog, para os que se interessarem, e neste novo blog vou escrever em inglês, pois tenho vários alunos particulares de inglês que talvez se beneficiassem disso.
Embora eu considere o presente blog encerrado, pode ser que acrescente alguma foto, ou pensamento, proximamente.
Obrigado, aos meus vários leitores fiéis, bem como aos outros leitores ocasionais. Os comentários, no blog, ou em "off", foram muito bem-vindos, porque pude reelaborar pensamentos mal colocados.
Minha mala despachada esperava por mim no balcão da U.S. Airways e cheguei aqui em casa cansado mas bem.
Acho que vou encerrar o blog "Meu amigo Zé Colmeia", narrando nossa tentativa (da Angela, turista-furacão, e minha de avistar um urso lá no Parque de Yellowstone, no Estado de Wyoming, o que não aconteceu (fomos ver dois ursos, o Coola e o Grinder, em Vancouver somente).
Estou pensando em começar um outro blog, para os que se interessarem, e neste novo blog vou escrever em inglês, pois tenho vários alunos particulares de inglês que talvez se beneficiassem disso.
Embora eu considere o presente blog encerrado, pode ser que acrescente alguma foto, ou pensamento, proximamente.
Obrigado, aos meus vários leitores fiéis, bem como aos outros leitores ocasionais. Os comentários, no blog, ou em "off", foram muito bem-vindos, porque pude reelaborar pensamentos mal colocados.
Tuesday, 2 August 2011
O relógio a vapor...

Alguns 'posts' atrás falei do relógio a vapor, que existe no bairro Gastown, em Vancouver.
Quando dá a hora, o relógio 'espirra' vapor em jatos, tantos jatos quantos forem as horas que ele está 'anunciando'.
Vou anexar mais uma foto desse curioso relógio, foto esta tirada enquanto o relógio orgulhosamente espirrava vapor...
Aqui vai uma historinha sobre este (e outros) relógio a vapor..
A steam clock is a clock which is fully or partially powered by a steam engine. Only a few functioning steam clocks exist, most designed and built by Canadian horologist Raymond Saunders for display in urban public spaces. Steam clocks built by Saunders are located in Otaru, Japan; Indianapolis, USA; and the Canadian cities of Vancouver, Whistler and Port Coquitlam, all in British Columbia. Steam clocks by other makers are installed in St Helier, Jersey and at the Chelsea Farmers' Market in London, England.
Although they are often styled to appear as 19th-century antiques, steam clocks are a more recent phenomenon inspired by the Gastown steam clock built by Saunders in 1977. One exception is the steam clock built in the 19th century by Birmingham engineer John Inshaw to demonstrate the versatility of steam power.
Voo confirmado
O voo 800, da US Airways, de Charlotte, Carolina do Norte, para o Rio de Janeiro, RJ, foi confirmado.
Já estou com o cartão de embarque (desde ontem) e já ficaram com o meu papelzinho branco (acho que é da imigração). O avião está estacionado e devem estar enchendo o bichinho de comida, para os passageiros poderem comprar bastante comida...
A US Airways só dá uma refeição, para viagens de mais de 6, ou 8, ou 10 horas (não me lembro do regulamento), e somente bebidinhas, para viagens aquém de 5 ou 6 horas.
Deve fazer parte da campanha para manter os americanos e os visitantes esbeltos.
Vejamos se os meus alunos vão me achar muito, muito mais magro, esquelético, quem sabe...
Já estou com o cartão de embarque (desde ontem) e já ficaram com o meu papelzinho branco (acho que é da imigração). O avião está estacionado e devem estar enchendo o bichinho de comida, para os passageiros poderem comprar bastante comida...
A US Airways só dá uma refeição, para viagens de mais de 6, ou 8, ou 10 horas (não me lembro do regulamento), e somente bebidinhas, para viagens aquém de 5 ou 6 horas.
Deve fazer parte da campanha para manter os americanos e os visitantes esbeltos.
Vejamos se os meus alunos vão me achar muito, muito mais magro, esquelético, quem sabe...
Viajando há 36 horas...
Viajar 36 horas, antes de começar o trecho que realmente interessa (isto é, o trecho EUA-Brasil) é um pouquinho frustrante.
Estou há 35 horas 'no ar', sem ter quase saído do lugar. A única coisa que fiz, até agora, foi atravessar os Estados Unidos, de San Francisco para Charlotte, um voo de quase cinco horas.
Até agora o meu voo, o voo 800 da U.S. Airways, ainda não consta do painel eletrônico do aeroporto. São 7 da noite aqui (8 da noite no Brasil) e o avião está (ou estava?) previsto para sair às 10 e meia da noite (horário daqui).
Como já disse a vocês na vinda, a U.S. Airways está sempre preocupada com a obesidade de seus clientes, então eles são um pouco reticentes em fornecer 'vouchers' de alimentação. Nessas 35 horas decorridas, só me forneceram agora, um voucher de 15 dólares. Um sanduíche e um suco, ou uma salada e um suco, a cada 36 horas, deve aumentar consideravelmente a receita da companhia, além de me manter a barriga 'nos conformes'.
Vejamos como serão as próximas horas...
Para o bem da verdade, no presente caso,não tenho o que reclamar. A culpa de ter perdido o voo foi exclusivamente minha, por ter ignorado solenemente esse tal de fuso horário. O relógio eletrônico aqui do aeroporto dizia, em um cantinho inferior de um imenso painel de horários, a hora local. Não notava quem fosse distraído e eu fui distraído.
Achei, por um momento, que eles não fossem nem me dar um bilhete para o próximo voo. Se eles não me dessem, eu não teria como reclamar.
O chato é saber que os pilotos (ou seu sendicato) está brigando com a companhia e vários voos estão sendo cancelados.
Se meu voo de hoje for cancelado, vão me mandar para um hotel. Já estou até me acostumando à situação, só que a falta de roupas limpas poderá causar algum impacto ambiental negativo nos circunstantes, o que vou lamentar de todo o coração...
Estou há 35 horas 'no ar', sem ter quase saído do lugar. A única coisa que fiz, até agora, foi atravessar os Estados Unidos, de San Francisco para Charlotte, um voo de quase cinco horas.
Até agora o meu voo, o voo 800 da U.S. Airways, ainda não consta do painel eletrônico do aeroporto. São 7 da noite aqui (8 da noite no Brasil) e o avião está (ou estava?) previsto para sair às 10 e meia da noite (horário daqui).
Como já disse a vocês na vinda, a U.S. Airways está sempre preocupada com a obesidade de seus clientes, então eles são um pouco reticentes em fornecer 'vouchers' de alimentação. Nessas 35 horas decorridas, só me forneceram agora, um voucher de 15 dólares. Um sanduíche e um suco, ou uma salada e um suco, a cada 36 horas, deve aumentar consideravelmente a receita da companhia, além de me manter a barriga 'nos conformes'.
Vejamos como serão as próximas horas...
Para o bem da verdade, no presente caso,não tenho o que reclamar. A culpa de ter perdido o voo foi exclusivamente minha, por ter ignorado solenemente esse tal de fuso horário. O relógio eletrônico aqui do aeroporto dizia, em um cantinho inferior de um imenso painel de horários, a hora local. Não notava quem fosse distraído e eu fui distraído.
Achei, por um momento, que eles não fossem nem me dar um bilhete para o próximo voo. Se eles não me dessem, eu não teria como reclamar.
O chato é saber que os pilotos (ou seu sendicato) está brigando com a companhia e vários voos estão sendo cancelados.
Se meu voo de hoje for cancelado, vão me mandar para um hotel. Já estou até me acostumando à situação, só que a falta de roupas limpas poderá causar algum impacto ambiental negativo nos circunstantes, o que vou lamentar de todo o coração...
Três conselhos para quem viaja
Tenho 3 conselhos valiosos:
1) saia para o aeroporto, de onde você vai viajar, com 10 horas de antecedência, no mínimo;
2) acerte seu relógio pela hora local, ao invés da hora louca de seu país, ou da hora da última cidade onde você esteve;
3) seja bem gentil para com os 'carrascos' da Homeland Security.
Em relação ao ponto (2) acima, já me disse o sábio Arlo: "that's one of the reasons why I prefer not to wear a wrist watch".
Acho que ele quis dizer que usa relógios de aparelhos que se ajustam automaticamente ao horário local, sofisticação esta que acaba nos atrapalhando (e esse 'nos' talvez somente me inclua), por não sermos tão informatizados assim...
Quanto ao conselho (3) acima, tratar bem o seu semelhante é sempre 'cool', como eles dizem por aqui. Os caras são estressadíssimos, procurando bomba onde não há. Quando eles ouvem um elogio, se derretem todos.
Hoje, aqui em Charlotte, uma 'leoa de chácara' da Homeland Security, ao ver tantos sorrisos meus, disse (abrindo me passaporte): "I like your name!" Agradeci a ela, perguntei qual era o nome dela e ela respondeu "Lisa". Aí, eu 'joguei meio sujo' e repliquei: "I like your name too!". A moça achou bem engraçado e simpático e ficou rindo sozinha.
Hoje os caras me passaram no scanner de corpo. Viram o que quiseram e não esboçaram reação maior. Mas sorriram bastante, como resposta a meus incontidos acenos de cabeça e sorrisos, feito um japonês, que não sou...
1) saia para o aeroporto, de onde você vai viajar, com 10 horas de antecedência, no mínimo;
2) acerte seu relógio pela hora local, ao invés da hora louca de seu país, ou da hora da última cidade onde você esteve;
3) seja bem gentil para com os 'carrascos' da Homeland Security.
Em relação ao ponto (2) acima, já me disse o sábio Arlo: "that's one of the reasons why I prefer not to wear a wrist watch".
Acho que ele quis dizer que usa relógios de aparelhos que se ajustam automaticamente ao horário local, sofisticação esta que acaba nos atrapalhando (e esse 'nos' talvez somente me inclua), por não sermos tão informatizados assim...
Quanto ao conselho (3) acima, tratar bem o seu semelhante é sempre 'cool', como eles dizem por aqui. Os caras são estressadíssimos, procurando bomba onde não há. Quando eles ouvem um elogio, se derretem todos.
Hoje, aqui em Charlotte, uma 'leoa de chácara' da Homeland Security, ao ver tantos sorrisos meus, disse (abrindo me passaporte): "I like your name!" Agradeci a ela, perguntei qual era o nome dela e ela respondeu "Lisa". Aí, eu 'joguei meio sujo' e repliquei: "I like your name too!". A moça achou bem engraçado e simpático e ficou rindo sozinha.
Hoje os caras me passaram no scanner de corpo. Viram o que quiseram e não esboçaram reação maior. Mas sorriram bastante, como resposta a meus incontidos acenos de cabeça e sorrisos, feito um japonês, que não sou...
Cancelamento de voos, partindo de Charlotte...
A U.S. Airways tem tido muitos cancelamentos de voos.
Soube de alguns casos 'meio trágicos' da U.S. Airways (empresa pela
qual estou vianjando).
Um pessoal, da East Africa, moradores de Toronto, ia a um enterro em
Londres e o voo foi cancelado.
Outro caso: uma americana, casou-se com um inglês, e os convidados
dele, que vieram da Grã-Bretanha, estão há alguns dias tentando
voltar, com voos sendo cancelados pela U.S. Airways.
Segundo esta americana, hospedada lá no hotel onde fiquei, de ontem para hoje, há
uma disputa trabalhista entre o sindicato dos trabalhadores da empresa
em Charlotte e os voos são seguidamente cancelados (há um mês), com a alegação, por parte dos pilotos, de defeitos técnicos nos aviões.
Como o aeroporto central da U.S. Airways aqui nos EUA é o de
Charlotte, a confusão afeta vários voos, para vários lugares..
Se eu conseguir voltar hoje, será bom...
Eu ter perdido o voo ontem foi lastimável...
Soube de alguns casos 'meio trágicos' da U.S. Airways (empresa pela
qual estou vianjando).
Um pessoal, da East Africa, moradores de Toronto, ia a um enterro em
Londres e o voo foi cancelado.
Outro caso: uma americana, casou-se com um inglês, e os convidados
dele, que vieram da Grã-Bretanha, estão há alguns dias tentando
voltar, com voos sendo cancelados pela U.S. Airways.
Segundo esta americana, hospedada lá no hotel onde fiquei, de ontem para hoje, há
uma disputa trabalhista entre o sindicato dos trabalhadores da empresa
em Charlotte e os voos são seguidamente cancelados (há um mês), com a alegação, por parte dos pilotos, de defeitos técnicos nos aviões.
Como o aeroporto central da U.S. Airways aqui nos EUA é o de
Charlotte, a confusão afeta vários voos, para vários lugares..
Se eu conseguir voltar hoje, será bom...
Eu ter perdido o voo ontem foi lastimável...
De volta ao aeroporto de Charlotte
Essa história de ficar gravitando em uma cidade tem dezenas de pequenos inconvenientes e alguns, pouquíssimos, pontos positivos.
Fiquei sabendo, sem ter tido o mínimo interesse nesta informação, que Charlotte, na Carolina do Norte, é a terceira economia do país. É sede do Bank of America...
Enfim, a 'xaropada' pode ir longe, como vocês podem ver no Google/Wikipédia..
Charlotte ( /ˈʃɑrlət/) is the largest city in the U.S. state of North Carolina and the seat of Mecklenburg County. In 2010, Charlotte's population according to the US Census Bureau was 731,424 ,[1] making it the 17th largest city in the United States based on population. The Charlotte metropolitan area had a 2009 population of 1,745,524.[2] The Charlotte metropolitan area is part of a wider thirteen-county labor market region or combined statistical area with a 2009 estimated population of 2,389,763.[5] Residents of Charlotte are referred to as "Charlotteans".
Charlotte has become a major U.S. financial center, and is now the second largest banking center in the United States after New York City. The nation's largest financial institution by assets, Bank of America, calls the city home. The city was also the former corporate home of Wachovia until its purchase by Wells Fargo in 2008; Charlotte will soon become the headquarters for East Coast Operations of Wells Fargo. Charlotte is also home of the Carolina Panthers of the National Football League, the Charlotte Bobcats of the National Basketball Association, the NASCAR Hall of Fame, and the U.S. National Whitewater Center.
Nicknamed the Queen City, Charlotte and its resident county are named in honor of Charlotte of Mecklenburg-Strelitz, who had become queen consort of British King George III the year before the city's founding. A second nickname derives from the American Revolutionary War, when British commander General Cornwallis occupied the city but was driven out by hostile residents, prompting him to write that Charlotte was "a hornet's nest of rebellion," leading to the nickname The Hornet's Nest.
Charlotte has a humid subtropical climate and is situated halfway between the Appalachian Mountains and the Atlantic Ocean, between Washington, D.C. and Atlanta. Charlotte is located several miles east of the Catawba River and southeast of Lake Norman, the largest man-made lake in North Carolina. Lake Wylie and Mountain Island Lake are two smaller man-made lakes located near the city.
Fiquei sabendo, sem ter tido o mínimo interesse nesta informação, que Charlotte, na Carolina do Norte, é a terceira economia do país. É sede do Bank of America...
Enfim, a 'xaropada' pode ir longe, como vocês podem ver no Google/Wikipédia..
Charlotte ( /ˈʃɑrlət/) is the largest city in the U.S. state of North Carolina and the seat of Mecklenburg County. In 2010, Charlotte's population according to the US Census Bureau was 731,424 ,[1] making it the 17th largest city in the United States based on population. The Charlotte metropolitan area had a 2009 population of 1,745,524.[2] The Charlotte metropolitan area is part of a wider thirteen-county labor market region or combined statistical area with a 2009 estimated population of 2,389,763.[5] Residents of Charlotte are referred to as "Charlotteans".
Charlotte has become a major U.S. financial center, and is now the second largest banking center in the United States after New York City. The nation's largest financial institution by assets, Bank of America, calls the city home. The city was also the former corporate home of Wachovia until its purchase by Wells Fargo in 2008; Charlotte will soon become the headquarters for East Coast Operations of Wells Fargo. Charlotte is also home of the Carolina Panthers of the National Football League, the Charlotte Bobcats of the National Basketball Association, the NASCAR Hall of Fame, and the U.S. National Whitewater Center.
Nicknamed the Queen City, Charlotte and its resident county are named in honor of Charlotte of Mecklenburg-Strelitz, who had become queen consort of British King George III the year before the city's founding. A second nickname derives from the American Revolutionary War, when British commander General Cornwallis occupied the city but was driven out by hostile residents, prompting him to write that Charlotte was "a hornet's nest of rebellion," leading to the nickname The Hornet's Nest.
Charlotte has a humid subtropical climate and is situated halfway between the Appalachian Mountains and the Atlantic Ocean, between Washington, D.C. and Atlanta. Charlotte is located several miles east of the Catawba River and southeast of Lake Norman, the largest man-made lake in North Carolina. Lake Wylie and Mountain Island Lake are two smaller man-made lakes located near the city.
Uma reunião de negócios
No penúltimo dia em que estive na residência do Arlo, no The Convent, participei, como 'ouvinte' de uma "reunião de negócios".
Da reunião participavam todos os residentes que não estavam viajando (já que são as férias de verão daqui e várias pessoas aproveitam para viajar, ver seus pais, namorados, namoradas, etc.). Além dos residentes, havia uns 3 'agregados', isto é, pessoas que estavam visitando o The Convent, dos quais um era eu.
Nesta reunião foram discutidos vários assuntos de interesse da comunidade, a maioria dos quais relativos à alocação de recursos da casa. Houve assuntos, relativos à entrega do leite que os residentes usam.
A comida do The Convent é uma mistura de 'alimentos personalizados' (os residentes põem seus nomes nas comidas que compram, identificando-os nas enormes geladeiras da cozinha) e alimentos pertencentes à comunidade de residentes. Entre estes últimos está leite, pão e manteiga, por exemplo.
Em outras palavras, ninguém passa fome, jamais, e todos têm liberdade de usarem seus alimentos 'personalizados', caso queiram almoçar, ou jantar, algo diferente.
A reunião, muito parecida a uma 'reunião de condomínio' aí do Brasil, foi conduzida com profunda seriedade. Começou no horário, havia exigência estatutária de quorum, os votos eram sempre computados ('x' concordam, 'y' discordam, 'w' se abstêm) e o bom humor imperava (ao contrário da maioria das reuniões de condomínio que acontecem no Brasil, pelo que posso julgar corretamente...).
A reunião durou pouco mais de uma (1) hora, foram tomadas várias decisões importantes (ao contrário das reuniões de condomínio do Brasil), o clima foi de absoluta cordialidade (ao contrário...no Brasil...), ninguém virou inimigo de ninguém após a reunião (ao contrário...no Brasil...).
Achei valiosa experiência de poder ver, de perto, que uma gestão participava pode funcionar, desde que haja maturidade para tal.
Como conseguir ter essa maturidade, é complicado equacionar.
Mas é muito possível, porque ocorre aqui. Pode também ocorrer lá e acolá...
Disso podemos concluir que temos, sim, o que aprender com os americanos, ainda que possamos discordar de macropolíticas vigentes.
Encontrei algumas pessoas, americanas, bem críticas das políticas americanas como um todo.
Isso não interfere minimamente, pelo que pude observar, com a gestão da vida pessoal de cada um, com o funcionamento do dia a dia dos estudantes pósgraduados, no que concerne à sua moradia.
This is food for thought.
Da reunião participavam todos os residentes que não estavam viajando (já que são as férias de verão daqui e várias pessoas aproveitam para viajar, ver seus pais, namorados, namoradas, etc.). Além dos residentes, havia uns 3 'agregados', isto é, pessoas que estavam visitando o The Convent, dos quais um era eu.
Nesta reunião foram discutidos vários assuntos de interesse da comunidade, a maioria dos quais relativos à alocação de recursos da casa. Houve assuntos, relativos à entrega do leite que os residentes usam.
A comida do The Convent é uma mistura de 'alimentos personalizados' (os residentes põem seus nomes nas comidas que compram, identificando-os nas enormes geladeiras da cozinha) e alimentos pertencentes à comunidade de residentes. Entre estes últimos está leite, pão e manteiga, por exemplo.
Em outras palavras, ninguém passa fome, jamais, e todos têm liberdade de usarem seus alimentos 'personalizados', caso queiram almoçar, ou jantar, algo diferente.
A reunião, muito parecida a uma 'reunião de condomínio' aí do Brasil, foi conduzida com profunda seriedade. Começou no horário, havia exigência estatutária de quorum, os votos eram sempre computados ('x' concordam, 'y' discordam, 'w' se abstêm) e o bom humor imperava (ao contrário da maioria das reuniões de condomínio que acontecem no Brasil, pelo que posso julgar corretamente...).
A reunião durou pouco mais de uma (1) hora, foram tomadas várias decisões importantes (ao contrário das reuniões de condomínio do Brasil), o clima foi de absoluta cordialidade (ao contrário...no Brasil...), ninguém virou inimigo de ninguém após a reunião (ao contrário...no Brasil...).
Achei valiosa experiência de poder ver, de perto, que uma gestão participava pode funcionar, desde que haja maturidade para tal.
Como conseguir ter essa maturidade, é complicado equacionar.
Mas é muito possível, porque ocorre aqui. Pode também ocorrer lá e acolá...
Disso podemos concluir que temos, sim, o que aprender com os americanos, ainda que possamos discordar de macropolíticas vigentes.
Encontrei algumas pessoas, americanas, bem críticas das políticas americanas como um todo.
Isso não interfere minimamente, pelo que pude observar, com a gestão da vida pessoal de cada um, com o funcionamento do dia a dia dos estudantes pósgraduados, no que concerne à sua moradia.
This is food for thought.
O jardim de uma casa, em Vancouver Island

A foto, que tem um pequeno problema por ter sido tirada através do vidro ônibus, mostrando reflexo, mostra um belo jardim de uma casa em Vancouver Island...
Mohamad e eu..

Mohamad, com cara de pesquisador em nanotecnologia.
Eu, com cara de idiota...
O Mohamad puxou conversa conosco, quando íamos de ônibus da estação de metrô até as barcas, que nos levariam a Victoria.
Ele conversou conosco, na barca, sobre horários de visita, distância entre os The Butchart Gardens e a cidade de Victoria, como chegar lá mais facilmente, como voltar à noite para Vancouver.
O orientador do Mohamad, na University of Victoria, é um paulistano, que vive no Canadá.
A cidade de Victoria tem este nome em homenagem à Rainha Victoria. Os laços entre o Canadá e a Grã-Bretanha são um pouco maiores do que eu imaginava.
Ortograficamente, por exemplo, eles escrevem 'centre', ao invés de 'center'. Foneticamente, eles se consideram com um falar totalmente diferente do falar dos americanos (a pronúncia das palavras e o jeito de falar, entoação, etc.). Para quem não está acostumado, eles soam muito parecidos com americanos.
Já os canadenses de Quebec têm um francês bem diferente do francês falado na França. Angela e eu estávamos em um ônibus, em Vancouver Island, e duas meninas sirigaitas (de uns 20 anos, vestidíssimas para uma festa, embora fosse uma hora da tarde) estavam falando uma língua que não conseguíamos identificar à distância. Tomei coragem, enrolei a língua, estufei o peito, fiz cara de gente séria e perguntei que língua era aquela; era francês de Quebec.
Angela e eu, a caminho da Vancouver Island

Esta foto foi tirada pelo Mohamad, um indiano que faz pequisa em nanotecnologia na University of Victoria.
O Mohamad foi quem nos deu todas as dicas necessárias a podermos visitar os The Butchard Gardens e Victoria no mesmo dia, apesar de termos saído de Vancouver tardíssimo, na barca de 11 horas da manhã.
The Butchart Gardens


Mais fotos dos Butchart Gardens (que ficam a 20 quilômetros de Victoria, British Columbia)...
Victoria, por sua vez, fica em uma ilha (que tem o nome confuso de Vancouver Island -- uma ilha de uns 360 quilômetros de comprimento), a umas 3 horas de Vancouver (meia hora até as barcas, uma hora e quarenta até a ilha, meia hora até Victoria), se você souber o horário das barcas, o que não foi o nosso caso.
Nossa viagem a Victoria levou um total de 10 horas (ida e volta) e ficamos em Victoria somente 5 horas.
Para quem estiver indo, as barcas saem de Vancouver (e de Victoria, na volta) às 7, 9, 11 horas. E a última barca de volta é às 9 da noite...
Monday, 1 August 2011
Vocês já ouviram falar num tal de 'fuso horário'?
Perdi o voo.
Perdi o voo, porque não pensei que pudesse haver essa história de 'fuso horário'. Em San Francisco, peguei o avião no voo anterior ao que estava programado, para ter mais tempo de aguardar o horário do avião.
Não deu outra coisa: aguardei, aguardei, aguardei.
E ainda estou aguardando. E vou continuar aguardando, quase mais 24 horas.
Quando fui ao balcão da companhia, me informar sobre o meu voo para o Rio de Janeiro, fui informado do acontecido: "the plane to Rio has already left!"
Achei a informação, dada pelo funcionário da U.S. Airways, obviamente falsa, mentirosa, desmoralizante até! Estavam, evidentemente, querendo me sabotar.
Não era possível. Eu, certamente, estava diante de um agente da KGB, disfarçado de funcionário da companhia aérea.
Imediatamente, mostrei a ele quem tinha razão: estiquei o braço e mostrei-lhe, galhardamente, o meu relógio de pulso comprado na Amazon.com. Relógios da Amazon.com, pensei eu, nunca mentem!
Só que a Amazon não me vendeu um relógio à prova de incompetência do usuário. E, assim, 'quebrei a cara no fuso horário'.
Por um momento ou dois, pensei que o tal agente da KGB fosse me querer cobrar uma outra passagem. Isso me teria feito considerar uma aliança imediata com a CIA, ou com o FBI.
Não foi preciso. O carinha de plantão remarcou o voo na hora (para 24 horas depois) e ainda, gentilmente, me deu um papelzinho que me permitiu vir para um motel super incrementado, a 4 milhas do aeroporto, com nome de gringo e tudo: Homestead Studio Suites. Portanto, periferia, se quiserem saber meu endereço, até amanhã, estou residindo na 710 Yorkmont Road, Charlotte, NC 28217.
Se precisarem me telefonar, para me lembrar de adiantar o relógio para o voo de amanhã, estou no telefone 1-710-676-0083, apartamento 307.
Amanhã, a diária deste luxuoso hotel, que custou $ 50.00 (fifty dollars, Madam or Sir!) se encerra ao meio dia.
Meu voo é às 22h30min (claro que vou estar lá horas e horas antes...). Fico temeroso de ir à cidade de Charlotte e me enrolar para voltar ao hotel.
O hotel tem uma van que faz a ligação hotel-aeroporto, de hora em hora.
Vou passar a noite pensando no que fazer.
Vou procurar no Google, ao chegar aí no Brasil, quem foi que inventou esse maldito desse fuso horário...
Perdi o voo, porque não pensei que pudesse haver essa história de 'fuso horário'. Em San Francisco, peguei o avião no voo anterior ao que estava programado, para ter mais tempo de aguardar o horário do avião.
Não deu outra coisa: aguardei, aguardei, aguardei.
E ainda estou aguardando. E vou continuar aguardando, quase mais 24 horas.
Quando fui ao balcão da companhia, me informar sobre o meu voo para o Rio de Janeiro, fui informado do acontecido: "the plane to Rio has already left!"
Achei a informação, dada pelo funcionário da U.S. Airways, obviamente falsa, mentirosa, desmoralizante até! Estavam, evidentemente, querendo me sabotar.
Não era possível. Eu, certamente, estava diante de um agente da KGB, disfarçado de funcionário da companhia aérea.
Imediatamente, mostrei a ele quem tinha razão: estiquei o braço e mostrei-lhe, galhardamente, o meu relógio de pulso comprado na Amazon.com. Relógios da Amazon.com, pensei eu, nunca mentem!
Só que a Amazon não me vendeu um relógio à prova de incompetência do usuário. E, assim, 'quebrei a cara no fuso horário'.
Por um momento ou dois, pensei que o tal agente da KGB fosse me querer cobrar uma outra passagem. Isso me teria feito considerar uma aliança imediata com a CIA, ou com o FBI.
Não foi preciso. O carinha de plantão remarcou o voo na hora (para 24 horas depois) e ainda, gentilmente, me deu um papelzinho que me permitiu vir para um motel super incrementado, a 4 milhas do aeroporto, com nome de gringo e tudo: Homestead Studio Suites. Portanto, periferia, se quiserem saber meu endereço, até amanhã, estou residindo na 710 Yorkmont Road, Charlotte, NC 28217.
Se precisarem me telefonar, para me lembrar de adiantar o relógio para o voo de amanhã, estou no telefone 1-710-676-0083, apartamento 307.
Amanhã, a diária deste luxuoso hotel, que custou $ 50.00 (fifty dollars, Madam or Sir!) se encerra ao meio dia.
Meu voo é às 22h30min (claro que vou estar lá horas e horas antes...). Fico temeroso de ir à cidade de Charlotte e me enrolar para voltar ao hotel.
O hotel tem uma van que faz a ligação hotel-aeroporto, de hora em hora.
Vou passar a noite pensando no que fazer.
Vou procurar no Google, ao chegar aí no Brasil, quem foi que inventou esse maldito desse fuso horário...
O bairro Gastown, em Vancouver

Outro prédio em Gastown, Vancouver (que fica a 10 minutos do centro da cidade, onde estávamos hospedados).
O bairro Gastown

O bairro Gastown, em Vancouver, lembra alguma cidade europeia, embora este prédio feio lembre um prédio em Nova Iorque...
The Butchart Gardens

A entrada para visitar os jardins custa quase 30 dólares canadenses.
Considerando-se que os jardins recebem cerca de 1 milhão de visitantes por ano...
Considerando que devem ser necessários centenas de jardineiros, para cuidar de todas aquelas flores...
Durante nossa visita, de cerca de 2 horas, não vimos um jardineiro (eles deviam estar todos escondidinhos, atrás das flores...).
The Butchart Gardens

A entrada para visitar os jardins custa quase 30 dólares canadenses.
Considerando-se que os jardins recebem cerca de 1 milhão de visitantes por ano...
Considerando que devem ser necessários centenas de jardineiros, para cuidar de todas aquelas flores...
Durante nossa visita, de cerca de 2 horas, não vimos um jardineiro (eles deviam estar todos escondidinhos, atrás das flores...).
Ainda sobre The Butchart Gardens...

Ownership of The Gardens remains within the Butchart family; the owner and managing director since 2001 is the Butcharts' great-granddaughter Robin-Lee Clarke. In 1982 the Butchart Gardens was used as the inspiration for the gardens at the Canadian pavilion opened at Epcot Centre in Orlando Florida. In December, 2009 the Children's Pavilion and the Rose Carousel were opened. The menagerie includes thirty animals ranging from bears, to horses, to ostriches, to zebras and mirrors the world from which The Gardens draws its visitors. The designs were hand picked by the owner, in consultation with an artist from North Carolina. The carvings were done by some of the few remaining carvers of carousel art. Each animal is carved from basswood and took many months to complete. There are also two chariots able to accommodate disabled persons.
Sobre The Butchart Gardens...

Trecho tirado da Wikipedia...
Robert Pim Butchart (1856–1943) began manufacturing Portland cement in 1888 near his birthplace of Owen Sound, Ontario, Canada. He and his wife Jennie Butchart (1866–1950) came to the west coast of Canada because of rich limestone deposits necessary for cement production.
In 1904, they established their home near his quarry on Tod Inlet at the base of the Saanich Peninsula on Vancouver Island. [1]
In 1907, 65 year old garden designer Isaburo Kishida of Yokohama came to Victoria, at the request of his son, to build a tea garden for Esquimalt Gorge Park. This garden was wildly popular and a place to be seen. Several prominent citizens, Jennie Butchart among them, commissioned Japanese gardens from Kishida for their estates. He returned to Japan in 1912.
In 1909, when the limestone quarry was exhausted, Jennie set about turning it into the Sunken Garden, which was completed in 1921. They named their home "Benvenuto" ("welcome" in Italian), and began to receive visitors to their gardens. In 1926, they replaced their tennis courts with an Italian garden and in 1929 they replaced their kitchen vegetable garden with a large rose garden to the design of Butler Sturtevant of Seattle. Samuel Maclure, who was consultant to the Butchart Gardens, reflected the aesthetic of the English Arts and Crafts Movement.
In 1939, the Butcharts gave the Gardens to their grandson Ian Ross (1918–1997) on his 21st birthday. Ross was involved in the operation and promotion of the gardens until his death 58 years later.
In 1953, miles of underground wiring was laid to provide night illumination, to mark the 50th anniversary of The Gardens. In 1964, the ever-changing Ross Fountain was installed in the lower reservoir to celebrate the 60th anniversary. In 1994, the Canadian Heraldic Authority granted a coat of arms to the Butchart Gardens. In 2004, two 30-foot (9.1 m) totem poles were installed to mark the 100th anniversary, and The Gardens were designated as a national historic site.
The Butchart Gardens



Os jardins são bem bonitos.
Ficam em uma propriedade particular e foram plantados, no final do século XIX, pela esposa do dono de uma mina, por ela achar o terreno feio.
A história dos jardins, pode ser lida na internet...
The Butchart Gardens is a group of floral display gardens in Brentwood Bay, British Columbia, Canada, located near Victoria on Vancouver Island. The gardens receive more than a million visitors each year.
A turista-furacão, rumo a mais uma aventura

A foto mostra a Angela Maria, no barco, a caminho de Victoria. Victoria fica a uma hora e quarenta minutos de Vancouver. A viagem é demorada (passamos 10 horas viajando, entre ida e volta; e ficamos lá umas 5 horas, somente).
Parte do tempo que perdemos na viagem foi que saímos do hotel, no centro de Vancouver, às 09h20min da manhã, quando o mínimo que deveríamos ter feito, teria sido pegar a barca de 9 da manhã (o que implicaria em sair do hotel às 8 da manhã).
Falando em hotel em Vancouver, O Howard Johnson, onde ficamos, é muitissimamente bem localizado, no centro, não sendo um hotel de luxo mas tendo conforto bem adequado. A rua do hotel é uma das principais ruas que cortam a cidade, muito fácil de se localizar. A proximidade de lojas de produtos eróticos e um 'inferninho' do lado do hotel não nos causou qualquer constrangimento nunca vimos ninguém suspeito, em momento algum, nem nos foi jamais dirigido qualquer convite que julgássemos inadequado. Uma única noite, chegando ao hotel, vimos os seguranças da boate (?) Barcelona, ao lado do hotel, revistando um freguês (paciente? sócio? participante?) com apalpadelas dignas da Homeland Security americana -- fiquei, na ocasião, me perguntando se eles estavam procurando o mesmo que procuravam no corpo da Angela, lá no aeroporto de Vancouver...).
Os The Butchart Garden, em Victoria

Não tenho certeza se já mostrei alguma flor dos The Butchart Gardens, de Victoria, capital da British Columbia, a província canadense onde fica Vancouver, na costa oeste canadense. Quem gosta de flores, deveria dar uma olhada no site deles, para ter alguma ideia de como são bonitos aqueles jardins...
A loja do MOMA-SF
À guisa de esclarecimento, MOMA-SF = Museum of Modern Arts, San Francisco
Ontem, após deixar a Angela aos atenciosos e solícitos cuidados dos leões de chácara da Homeland Security, fui trocar alguns dólares canadenses que ainda tinha comigo, além de ter procurado uma ATM Machine (terminal bancário do Visa), para saber o saldo da 'conta de viagem' do Visa (uma nova modalidade de levar dinheiro para o exterior, que desconta menos imposto e se torna uma opção interessante para alguns).
Nos Estados Unidos, antes de nossa viagem ao Canadá, conseguíamos saber o saldo de nossa conta mas no Canadá nunca conseguimos essa proeza. Lá no Canadá a única opção que a maquininha nos dava era de retirar dinheiro.
Depois de ter sabido que me restavam 100 dólares na conta, fui perambulando pelo andar superior, setor internacional, do aeroporto de San Francisco, quando me deparei com a loja do MOMA-SF (Museum of Modern Arts-San Francisco). É uma loja muito bacana, com produtos mirabolantemente bem feitos e de bom gosto.
Passei bem uma hora lá na loja do MOMA-SF no aeroporto e, se tiver tempo hoje, antes do meu voo, ainda vou lá comprar (por 5 dólares) um 'segurador de forma de pizza de silicone' que é uma invenção bem útil. Esclareço aqui, para o bem da verdade, que não é a pizza que é de silicone mas sim o segurador de forma de pizza.
Ou ainda, um 'prendedor de colheres, ou garfos, na beirada de panelas', presente muito útil para as ótimas cozinheiras que conheço, como Tania Mara (cuja comida nunca provei mas que tem 'todo jeito de cozinheira de mão cheia'), Ana Maria (minha querida cunhada), Sirlene (minha amiga curitibana, que agora mora em BH), Angela Maria (a turista-furacão) e algumas outras, cujos nomes não citei nominalmente mas que também cozinham 'comidas com qualidade de chef'... Também tenho alguns amigos homens que cozinham muito bem, o Arlo Faria (morador aqui do The Convent) e o Geraldo Cintra (morador de Osasco), por exemplo.
Aproveito a oportunidade para registrar que, embora possa estar cometendo alguma injustiça imperdoável, não "poria a minha mão no fogo" pela qualidade da cozinha do Christiano, ou do Assis, ou da minha própria cozinha (esta última, sem qualquer sombra de injustiça, com anos de pleno conhecimento de causa). Mas, dos meus dois outros amigos citados, posso estar sendo cruel e me retrato publicamente, caso as esposas deles (a Sirlene e a Tania Mara) atestem o contrário.
Voltando à lojinha do MOMA-SF, no aeroporto: a tal loja do museu tem 2 tipos principais de objetos à venda: os que me interessam mais de perto (baratíssimos e muito 'bem bolados') e os que me interessam bem menos (caríssimos, atrás de um balcão de vidro, mas também de extremo bom gosto).
Havia, por exemplo, relógios de pulso e de parede muito lindos, muito inventivos, como um que passava a hora, como se fosse um aviso eletrônico de notícias (é difícil explicar com clareza, aqui, como era o tal relógio).
Tenho duas amigas que, como eu, gostam muito de apreciar a construção de diferentes relógios (a Tania Mara e a Sirlene), então achei bom registrar isso aqui, já que ambas poderiam vir 'para esse lado do mundo' e, se tivessem tempo de sobra no aeroporto de San Francisco, certamente compartilhariam comigo da admiração dessa lojinha do MOMA-SF.
Se tiver tempo, volto lá na loja ainda hoje...
Ontem, após deixar a Angela aos atenciosos e solícitos cuidados dos leões de chácara da Homeland Security, fui trocar alguns dólares canadenses que ainda tinha comigo, além de ter procurado uma ATM Machine (terminal bancário do Visa), para saber o saldo da 'conta de viagem' do Visa (uma nova modalidade de levar dinheiro para o exterior, que desconta menos imposto e se torna uma opção interessante para alguns).
Nos Estados Unidos, antes de nossa viagem ao Canadá, conseguíamos saber o saldo de nossa conta mas no Canadá nunca conseguimos essa proeza. Lá no Canadá a única opção que a maquininha nos dava era de retirar dinheiro.
Depois de ter sabido que me restavam 100 dólares na conta, fui perambulando pelo andar superior, setor internacional, do aeroporto de San Francisco, quando me deparei com a loja do MOMA-SF (Museum of Modern Arts-San Francisco). É uma loja muito bacana, com produtos mirabolantemente bem feitos e de bom gosto.
Passei bem uma hora lá na loja do MOMA-SF no aeroporto e, se tiver tempo hoje, antes do meu voo, ainda vou lá comprar (por 5 dólares) um 'segurador de forma de pizza de silicone' que é uma invenção bem útil. Esclareço aqui, para o bem da verdade, que não é a pizza que é de silicone mas sim o segurador de forma de pizza.
Ou ainda, um 'prendedor de colheres, ou garfos, na beirada de panelas', presente muito útil para as ótimas cozinheiras que conheço, como Tania Mara (cuja comida nunca provei mas que tem 'todo jeito de cozinheira de mão cheia'), Ana Maria (minha querida cunhada), Sirlene (minha amiga curitibana, que agora mora em BH), Angela Maria (a turista-furacão) e algumas outras, cujos nomes não citei nominalmente mas que também cozinham 'comidas com qualidade de chef'... Também tenho alguns amigos homens que cozinham muito bem, o Arlo Faria (morador aqui do The Convent) e o Geraldo Cintra (morador de Osasco), por exemplo.
Aproveito a oportunidade para registrar que, embora possa estar cometendo alguma injustiça imperdoável, não "poria a minha mão no fogo" pela qualidade da cozinha do Christiano, ou do Assis, ou da minha própria cozinha (esta última, sem qualquer sombra de injustiça, com anos de pleno conhecimento de causa). Mas, dos meus dois outros amigos citados, posso estar sendo cruel e me retrato publicamente, caso as esposas deles (a Sirlene e a Tania Mara) atestem o contrário.
Voltando à lojinha do MOMA-SF, no aeroporto: a tal loja do museu tem 2 tipos principais de objetos à venda: os que me interessam mais de perto (baratíssimos e muito 'bem bolados') e os que me interessam bem menos (caríssimos, atrás de um balcão de vidro, mas também de extremo bom gosto).
Havia, por exemplo, relógios de pulso e de parede muito lindos, muito inventivos, como um que passava a hora, como se fosse um aviso eletrônico de notícias (é difícil explicar com clareza, aqui, como era o tal relógio).
Tenho duas amigas que, como eu, gostam muito de apreciar a construção de diferentes relógios (a Tania Mara e a Sirlene), então achei bom registrar isso aqui, já que ambas poderiam vir 'para esse lado do mundo' e, se tivessem tempo de sobra no aeroporto de San Francisco, certamente compartilhariam comigo da admiração dessa lojinha do MOMA-SF.
Se tiver tempo, volto lá na loja ainda hoje...
Sunday, 31 July 2011
O tal do check-in
Fazer o check-in é dizer o voo em que se fez reserva da passagem (contra o pagamento de uma fortuna, é claro) e obter um papelzinho que nos permite viajar.
As companhias querem, cada vez mais, aumentar seus lucros e ter menos funcionários com que se preocupar. Então, o tal check-in é agora, muitas vezes, feito pelo próprio passageiro.
Isso já é bem complicado, para quem fala a língua do país. É complicadíssimo, ou até quase impossível, para quem pensa que 'down' é 'para cima' e 'up' é para baixo', ou seja, quem fala pouco, ou muito pouco, ou nada, da língua do país em que está sendo feito o tal check-in...
O tipo de check-in muda de aeoroporto para aeroporto, de companhia para companhia, de cidade para cidade.
Em Vancouver foi de um jeito. Hoje, em San Francisco, foi bem diferente.
Hoje, a máquina de check-in pediu o código de identificação da passagem. Digitamos o código e a máquina não localizou nada. Tentamos outra vez, a máquina insistiu que não conhecia a Angela.
Tentamos pelo passaporte, que a máquina reconhece, após introdução de uma página tal lá (que tem código de barras) em um orifício lá, que lê o tal código.
Quem fala inglês mas não sabe onde está o código de barras do passaporte, ou o orifício correto onde o passaporte tem de ser inserido, na posição correta para a leitura, não consegue fazer o check-in.
Depois da quarta tentativa de fazer a máquina reconhecer o passaporte da Angela, uma funcionária do aeroporto veio nos auxiliar. Ela fez algumas escolhas surpreendentes (para nós, é claro), virou o passaporte de várias formas, fez escolhas insuspeitadas.
Após 3 tentativas, por parte dela, ela tranquilamente mudou de máquina, dizendo "algumas máquinas estão com defeito e não trabalham bem". Nós teríamos ficado uns 20 ou 30 minutos tentando, achando que a reserva da passagem da Angela não tinha sido feita no Brasil.
Ao mudar de máquina, o check-in funcionou direito.
Depois do check-in, era a hora de passar pela tal revista (tirar sapatos, colocar aparelhos eletrônicos em um recipiente de plástico, tirar o capote talvez e, em alguns casos, ser apalpado pelo funcionário). Essa revista tinha uma fila de uns 300 metros, fazendo voltinhas por um cercado, depois seguindo pelo saguão principal do terminal do aeroporto.
Esse processo todo deve ter demorado cerca de uma hora. Afastei-me da Angela, quando não era mais prático continuar conversando, pois ela tinha de se dirigir a uma área onde somente passageiros que estão embarcando devem estar presentes.
Moral da história: para viajar de avião, nos Estados Unidos, é preciso se munir de muita paciência, estar preparado para algumas apalpadelas, levar a história toda mais ou menos na esportiva. De qualquer maneira, eles vão infernizar um pouco (ou um muito) as nossas vidas. De qualquer maneira, eles vão fazer a revista que julgam necessária.
Para evitar esses dissabores, o jeito é/seria ficar em casa, ou viajar para países selecionados, como Uzbequistão, Groenlândia, ou República dos Camarões. E estou falando isso "do meu chapéu", por nunca ter tido a oportunidade de visitar esses três países e, portanto, não ter vivenciado as realidades 'viajatórias' deles, as quais desconheço completamente.
Visitar os Estados Unidos tem o seu preço. Alguns escolhem pagar esse preço, outros não.
As companhias querem, cada vez mais, aumentar seus lucros e ter menos funcionários com que se preocupar. Então, o tal check-in é agora, muitas vezes, feito pelo próprio passageiro.
Isso já é bem complicado, para quem fala a língua do país. É complicadíssimo, ou até quase impossível, para quem pensa que 'down' é 'para cima' e 'up' é para baixo', ou seja, quem fala pouco, ou muito pouco, ou nada, da língua do país em que está sendo feito o tal check-in...
O tipo de check-in muda de aeoroporto para aeroporto, de companhia para companhia, de cidade para cidade.
Em Vancouver foi de um jeito. Hoje, em San Francisco, foi bem diferente.
Hoje, a máquina de check-in pediu o código de identificação da passagem. Digitamos o código e a máquina não localizou nada. Tentamos outra vez, a máquina insistiu que não conhecia a Angela.
Tentamos pelo passaporte, que a máquina reconhece, após introdução de uma página tal lá (que tem código de barras) em um orifício lá, que lê o tal código.
Quem fala inglês mas não sabe onde está o código de barras do passaporte, ou o orifício correto onde o passaporte tem de ser inserido, na posição correta para a leitura, não consegue fazer o check-in.
Depois da quarta tentativa de fazer a máquina reconhecer o passaporte da Angela, uma funcionária do aeroporto veio nos auxiliar. Ela fez algumas escolhas surpreendentes (para nós, é claro), virou o passaporte de várias formas, fez escolhas insuspeitadas.
Após 3 tentativas, por parte dela, ela tranquilamente mudou de máquina, dizendo "algumas máquinas estão com defeito e não trabalham bem". Nós teríamos ficado uns 20 ou 30 minutos tentando, achando que a reserva da passagem da Angela não tinha sido feita no Brasil.
Ao mudar de máquina, o check-in funcionou direito.
Depois do check-in, era a hora de passar pela tal revista (tirar sapatos, colocar aparelhos eletrônicos em um recipiente de plástico, tirar o capote talvez e, em alguns casos, ser apalpado pelo funcionário). Essa revista tinha uma fila de uns 300 metros, fazendo voltinhas por um cercado, depois seguindo pelo saguão principal do terminal do aeroporto.
Esse processo todo deve ter demorado cerca de uma hora. Afastei-me da Angela, quando não era mais prático continuar conversando, pois ela tinha de se dirigir a uma área onde somente passageiros que estão embarcando devem estar presentes.
Moral da história: para viajar de avião, nos Estados Unidos, é preciso se munir de muita paciência, estar preparado para algumas apalpadelas, levar a história toda mais ou menos na esportiva. De qualquer maneira, eles vão infernizar um pouco (ou um muito) as nossas vidas. De qualquer maneira, eles vão fazer a revista que julgam necessária.
Para evitar esses dissabores, o jeito é/seria ficar em casa, ou viajar para países selecionados, como Uzbequistão, Groenlândia, ou República dos Camarões. E estou falando isso "do meu chapéu", por nunca ter tido a oportunidade de visitar esses três países e, portanto, não ter vivenciado as realidades 'viajatórias' deles, as quais desconheço completamente.
Visitar os Estados Unidos tem o seu preço. Alguns escolhem pagar esse preço, outros não.
Angela deve ter se ido..
Fomos para o aeroporto de San Francisco, hoje, pela manhã, Angela e eu.
Os passageiros em voos saindo dos Estados Unidos têm de chegar ao aeroporto com muita antecedência hoje em dia. As filas para revistas são longas.
O departamento que cuida disso aqui é o Homeland Security. São agentes antipaticíssimos, em sua grande maioria, usando de uma autoridade que lhes é delegada 'de cima' e que eles exercem 'sem dó nem piedade'.
Angela viajou pela Delta, que é uma ótima companhia.
Vou viajar amanhã pela US Airways, que parece ser uma companhia problemática (para não criticar injustamente/indevidamente).
O voo dela era às 12h50m. Saímos de casa às 09h15min. Chegamos ao aeoroporto às 10h40min.
Deve ter dado tempo (eu acompanhei a Angela, na fila da 'revista corporal', até onde foi possível, e depois me despedi, achando que deve ter dado tempo de ela embarcar).
Na fila de ser revistada, entre Vancouver e San Francisco, Angela foi sorteada, aleatoriamente, para "uma revista completa". Isso a fez ter de optar entre "body patting" (apalpar o corpo) ou "body scan" (aquele aparelho que tira o raio-x até do fígado do micróbio de poeira que tenha se instalado em algum lugar onde não foi chamado...).
Angela, bravamente, disse à senhora que se dispôs a apalpá-la, no estrito cumprimento do dever, que não se opunha ao método de revista que ela entendesse melhor. Então, a funcionária optou por "body scan" e Angela entrou em um aparelho, onde ficou de mãos para cima e abertas, como em um esquema de Leonardo Da Vinci que circula mundo afora.
Além desse processo investigativo, a mala da Angela teve o cadeadinho quebrado e a mala revistada, para ver se descobriam algum plano mirabolante dela, para derrubar prédios públicos, apesar de o treinamento profissional dela ser mais para o verbo TO BE, do que para o verbo TO INFILTRATE, TO DESTROY, TO CRUSH, TO TERRORIZE e assemelhados.
Parece complicado convencer esse pessoal dessas nossas verdades, então é infinitamente mais fácil deixar que eles se divirtam com o nosso possível acanhamento 'patropi'.
Pelo que Angela deixou tranparecer, o tal "body scan" não tirou pedaço, não fez cosquinha, não esquentou, nem esfriou nada. Só deixou a vítima um pouco pensativa...
Desculpem-me mais esta digressão.
Eu falava da fila para ser revistada aqui em San Francisco. Fiquei com Angela na fila, até que não mais era possível ficar por ali, sem ter de explicar ao tal leão de chácara governamental que eu estava simplesmente dando 'apoio moral' à professora. Despedi-me, dei um beijinhos e fico aqui imaginando se ela foi outra vez sorteada para a tal escolha de Sofia: "body patting" ou "body scan".
Conheço algumas pessoas que talvez pedissem: "both, please!"
Os passageiros em voos saindo dos Estados Unidos têm de chegar ao aeroporto com muita antecedência hoje em dia. As filas para revistas são longas.
O departamento que cuida disso aqui é o Homeland Security. São agentes antipaticíssimos, em sua grande maioria, usando de uma autoridade que lhes é delegada 'de cima' e que eles exercem 'sem dó nem piedade'.
Angela viajou pela Delta, que é uma ótima companhia.
Vou viajar amanhã pela US Airways, que parece ser uma companhia problemática (para não criticar injustamente/indevidamente).
O voo dela era às 12h50m. Saímos de casa às 09h15min. Chegamos ao aeoroporto às 10h40min.
Deve ter dado tempo (eu acompanhei a Angela, na fila da 'revista corporal', até onde foi possível, e depois me despedi, achando que deve ter dado tempo de ela embarcar).
Na fila de ser revistada, entre Vancouver e San Francisco, Angela foi sorteada, aleatoriamente, para "uma revista completa". Isso a fez ter de optar entre "body patting" (apalpar o corpo) ou "body scan" (aquele aparelho que tira o raio-x até do fígado do micróbio de poeira que tenha se instalado em algum lugar onde não foi chamado...).
Angela, bravamente, disse à senhora que se dispôs a apalpá-la, no estrito cumprimento do dever, que não se opunha ao método de revista que ela entendesse melhor. Então, a funcionária optou por "body scan" e Angela entrou em um aparelho, onde ficou de mãos para cima e abertas, como em um esquema de Leonardo Da Vinci que circula mundo afora.
Além desse processo investigativo, a mala da Angela teve o cadeadinho quebrado e a mala revistada, para ver se descobriam algum plano mirabolante dela, para derrubar prédios públicos, apesar de o treinamento profissional dela ser mais para o verbo TO BE, do que para o verbo TO INFILTRATE, TO DESTROY, TO CRUSH, TO TERRORIZE e assemelhados.
Parece complicado convencer esse pessoal dessas nossas verdades, então é infinitamente mais fácil deixar que eles se divirtam com o nosso possível acanhamento 'patropi'.
Pelo que Angela deixou tranparecer, o tal "body scan" não tirou pedaço, não fez cosquinha, não esquentou, nem esfriou nada. Só deixou a vítima um pouco pensativa...
Desculpem-me mais esta digressão.
Eu falava da fila para ser revistada aqui em San Francisco. Fiquei com Angela na fila, até que não mais era possível ficar por ali, sem ter de explicar ao tal leão de chácara governamental que eu estava simplesmente dando 'apoio moral' à professora. Despedi-me, dei um beijinhos e fico aqui imaginando se ela foi outra vez sorteada para a tal escolha de Sofia: "body patting" ou "body scan".
Conheço algumas pessoas que talvez pedissem: "both, please!"
Saturday, 30 July 2011
Mais sobre a festa russa, que houve no The Convent
A tal festa russa, que houve no The Convent (residência de estudantes pósgraduados) teve 3 coisas diferentes:
1) comidas russas, preparadas pela aniversariante, a Olga;
2) números de entretenimento, pelos demais residentes, números esse que poderiam ser vistos como 'beirando o ridículo' e indicavam a disposição (muito válida e legítima) em entreterem os participantes da festa, sem preocupação com a possibilidade de críticas dos colegas;
3) a presença de um rapaz, como já mencionado no 'post' anterior, vestido de mulher.
Não estávamos descansados o suficiente para ficar até o final da festa, o que, de uma certa forma, foi um pena, pois o ambiente era extremamente agradável e descontraído. No meio da festa, o Arlo veio nos trazer para o hotel Shattuck, onde ficamos umas duas horas fazendo as malas.
1) comidas russas, preparadas pela aniversariante, a Olga;
2) números de entretenimento, pelos demais residentes, números esse que poderiam ser vistos como 'beirando o ridículo' e indicavam a disposição (muito válida e legítima) em entreterem os participantes da festa, sem preocupação com a possibilidade de críticas dos colegas;
3) a presença de um rapaz, como já mencionado no 'post' anterior, vestido de mulher.
Não estávamos descansados o suficiente para ficar até o final da festa, o que, de uma certa forma, foi um pena, pois o ambiente era extremamente agradável e descontraído. No meio da festa, o Arlo veio nos trazer para o hotel Shattuck, onde ficamos umas duas horas fazendo as malas.
Uma festa no The Convent
Hoje, ao chegarmos a Berkeley (onde nos hospedamos no hotel Shattuck Plaza -- podem checar na internet), fomos convidados a uma festa de aniversário de uma aluna de pósgraduação que nasceu na Rússia.
Fomos lá, compramos uma dúzia de cervejas, e achamos a festa bem diferente.
Uma das coisas diferentes foi a presença de um estudante de pós que se veste permanentemente de mulher, sem ser gay.
Arlo nos disse que havia um estudante de graduação em Berkeley, alguns anos atrás, que assistia a todas as aulas nu.
Todas as pessoas da festa russa conversavam normalmente com o tal aluno que se veste de mulher (até tirei uma foto dele, por curiosidade).
Amanhã devo levar Angela ao aeroporto de San Francisco pela manhã. A viagem de metrô de superfície (que também é metrô normal, por baixo da terra), entre Berkeley e San Francisco, demora cerca de uma (1) hora.
Se tudo correr normalmente, devo embarcar depois de amanhã.
Angela trocou o voo dela, quando o meu voo pela US Airways foi cancelado (depois de sabermos de muitos cancelamentos de voos por esta companhia americana, a tal de US Airways), para um dia anterior ao nosso voo original.
Essas são as novidades, por enquanto.
Como já passa de 11 da noite, vou tomar banho para dormir.
Fomos lá, compramos uma dúzia de cervejas, e achamos a festa bem diferente.
Uma das coisas diferentes foi a presença de um estudante de pós que se veste permanentemente de mulher, sem ser gay.
Arlo nos disse que havia um estudante de graduação em Berkeley, alguns anos atrás, que assistia a todas as aulas nu.
Todas as pessoas da festa russa conversavam normalmente com o tal aluno que se veste de mulher (até tirei uma foto dele, por curiosidade).
Amanhã devo levar Angela ao aeroporto de San Francisco pela manhã. A viagem de metrô de superfície (que também é metrô normal, por baixo da terra), entre Berkeley e San Francisco, demora cerca de uma (1) hora.
Se tudo correr normalmente, devo embarcar depois de amanhã.
Angela trocou o voo dela, quando o meu voo pela US Airways foi cancelado (depois de sabermos de muitos cancelamentos de voos por esta companhia americana, a tal de US Airways), para um dia anterior ao nosso voo original.
Essas são as novidades, por enquanto.
Como já passa de 11 da noite, vou tomar banho para dormir.
Voltando a Berkeley
Hoje acordamos às 5 da manhã, achando que teríamos tempo de sobra para pegar o voo de 07:35.
As revistas (contra possíveis terroristas) demoraram tanto que pegamos o avião por 5 minutos, quase perdendo o voo.
Amanhã, que Angela deve retornar ao Brasil, vamos sair com uma antecedência muito maior, para segurança maior.
Angela foi escolhida, aleatoriamente, para ser revistada em 'profundidade'. Perguntaram-na se ela preferei ser revistada/apalpada, ou se preferia entrar no scanner de corpo. Ela deixou a critério dos americanos e eles a puseram no scanner de corpo. Além disso, arrebentaram o cadeado da mala e reviraram a mala, sem terem roubado nada. Deixaram um bilhetinho, explicando que ela não tem direito a reclamar pelo prejuízo causado.
O tempo tem estado ótimo nos últimos dias.
As revistas (contra possíveis terroristas) demoraram tanto que pegamos o avião por 5 minutos, quase perdendo o voo.
Amanhã, que Angela deve retornar ao Brasil, vamos sair com uma antecedência muito maior, para segurança maior.
Angela foi escolhida, aleatoriamente, para ser revistada em 'profundidade'. Perguntaram-na se ela preferei ser revistada/apalpada, ou se preferia entrar no scanner de corpo. Ela deixou a critério dos americanos e eles a puseram no scanner de corpo. Além disso, arrebentaram o cadeado da mala e reviraram a mala, sem terem roubado nada. Deixaram um bilhetinho, explicando que ela não tem direito a reclamar pelo prejuízo causado.
O tempo tem estado ótimo nos últimos dias.
Ida a Victoria

Fomos hoje a Victoria, capital da British Columbia, uma das províncias do Canadá (onde fica Vancouver).
Victoria é uma cidade muito bonita.
E a ligação de Victoria (que fica em uma ilha, confusamente chamada Ilha Vancouver) com a cidade de Vancouver é meio precária (porque os canadenses não têm interesse em que haja deterioração da capital...).
Demoramos 10 horas viajando e ficamos por lá 5 horas.
Saímos às 08h40min da manhã e voltamos para casa quase à meia noite.
O passeio a Victoria foi ótimo, achamos a cidade muito bonita. Um dos pontos altos da cidade são jardins particulares, chamados The Butchart Gardens, que podem ser visitados (ao preço módico de 29 dólares).
São um dos jardins mais bonitos do mundo, segundo especialistas.
Foram as flores mais bonitas que Angela já viu e, naturalmente, que eu também já vi.
Amanhã, de madrugada, estaremos partindo para San Francisco/Berkeley.
É possível que o blog fique um pouquinho parado, por um ou dois dias...
Mais chapéus...


Continuo sem saber que chapéus comprar, no Canadá...
Angela tirou foto de dois outros chapéus, que encontrei, em uma loja, em Victoria...
Friday, 29 July 2011
De saída, para Victoria
Estamos de saída, para Victoria, uma cidadezinha que fica em uma ilha, perto de Vancouver.
Acho até, sem ter certeza, que Victoria é onde fica a sede administrativa da província de British Columbia, onde fica Vancouver.
Pensamos seriamente em ir a nado mas a temperatura da água nos demoveu desse brilhante ideia.
Amanhã, sábado, é dia de voltar a San Francisco.
Uma boa sexta-feira para todos!
Fatos sobre British Columbia, retirados da Wikipedia (espero que estejam razoavelmente certo):
British Columbia i/ˌbrɪtɪʃ kəˈlʌmbɪə/ (B.C. or BC) (French: la Colombie-Britannique, C.-B.) is the westernmost of Canada's provinces and is known for its natural beauty, as reflected in its Latin motto, Splendor sine occasu ("Splendour without Diminishment"). Its name was chosen by Queen Victoria in 1858. In 1871, it became the sixth province of Canada.
The capital of British Columbia is Victoria, the fifteenth largest metropolitan region in Canada. The largest city is Vancouver, the third-largest metropolitan area in Canada, the largest in Western Canada, and the second-largest in the Pacific Northwest. In 2009, British Columbia had an estimated population of 4,419,974 (about two and a half million of whom were in Greater Vancouver). The province is currently governed by the BC Liberal Party, led by Premier Christy Clark, who became leader as a result of the party election on February 26, 2011.
British Columbia's economy is largely resource-based. It is the endpoint of transcontinental highways and railways and the site of major Pacific ports, which enable international trade. Because of its mild weather, and despite the fact that less than 5% of its land is arable, the province is agriculturally rich, particularly in the Fraser and Okanagan Valleys. Its climate encourages outdoor recreation and tourism, though its economic mainstay has long been resource extraction, principally logging and mining.
Acho até, sem ter certeza, que Victoria é onde fica a sede administrativa da província de British Columbia, onde fica Vancouver.
Pensamos seriamente em ir a nado mas a temperatura da água nos demoveu desse brilhante ideia.
Amanhã, sábado, é dia de voltar a San Francisco.
Uma boa sexta-feira para todos!
Fatos sobre British Columbia, retirados da Wikipedia (espero que estejam razoavelmente certo):
British Columbia i/ˌbrɪtɪʃ kəˈlʌmbɪə/ (B.C. or BC) (French: la Colombie-Britannique, C.-B.) is the westernmost of Canada's provinces and is known for its natural beauty, as reflected in its Latin motto, Splendor sine occasu ("Splendour without Diminishment"). Its name was chosen by Queen Victoria in 1858. In 1871, it became the sixth province of Canada.
The capital of British Columbia is Victoria, the fifteenth largest metropolitan region in Canada. The largest city is Vancouver, the third-largest metropolitan area in Canada, the largest in Western Canada, and the second-largest in the Pacific Northwest. In 2009, British Columbia had an estimated population of 4,419,974 (about two and a half million of whom were in Greater Vancouver). The province is currently governed by the BC Liberal Party, led by Premier Christy Clark, who became leader as a result of the party election on February 26, 2011.
British Columbia's economy is largely resource-based. It is the endpoint of transcontinental highways and railways and the site of major Pacific ports, which enable international trade. Because of its mild weather, and despite the fact that less than 5% of its land is arable, the province is agriculturally rich, particularly in the Fraser and Okanagan Valleys. Its climate encourages outdoor recreation and tourism, though its economic mainstay has long been resource extraction, principally logging and mining.
Thursday, 28 July 2011
Capilano Bridge

Uma outra foto da Ponte Capilano, em Vancouver, no parque Capilano, onde se pode caminhar entre as árvores altíssimas, de 300 anos de idade, além de se atravessar um despenhadeiro, pela ponte pênsil.
A foto mostra uma conhecida nossa na ponte.
O dia de hoje...

Hoje visitamos, outra vez, a Grouse Mountain, porque ante-ontem, quando lá fomos da primeira vez, tirei fotos que não sabia de que se tratava (se era urso, Angela, ou prédio), por causa do intenso nevoeiro.
Hoje estava um raríssimo dia de sol e fomos lá em Grouse Mountain outra vez.
De Grouse Mountain, fomos à Capilano Suspension Bridge, uma ponte suspensa (sobre um precipício), que vocês podem ver na internet mas que eu também posso mandar foto...
North Vancouver

A cidade de North Vancouver, fica do outro lado da baía (do mar, do rio, da enseada, de lago...). Chega-se lá de 'barca da cantareira' (uma barcaça bem confortável).
Esta foto mostra North Vancouver, vista do Canada Centre.
Canada Centre, um prédio em forma de barco a vela, no centro de Vancouver, à beira mar, foi um antigo centro de exposições.
Hoje tem um hotel de luxo e tem uma passarela que rodeia o prédio principal, de onde se conseguem ótimas fotos de North Vancouver.
Esta foto foi tirada do Canada Centre, mostrando North Vancouver (que, apesar de cidade distinta, pertence à Grande Vancouver, tanto que se pode viajar de ônibus-barca-ônibus com um tipo "bilhete integração" para todo o dia.
O bairro Gastown

O bairro Gastown, em Vancouver, até parece uma das ruas da Europa. Cheio de flores e de lojas agradáveis...
Vou 'tirar uma onda'...

Gente, a tal máquina digital, que comprei por 49 dólares (com direito a fotos ocasionais!), é uma Samsung, 4.9-2.4mm 1:3.5-5.9 28 mm, 5x, Samsung Zoom Lens.
Não entendo nada dessas especificações mas as acho extraordinárias, incomparáveis, imbatíveis.
Melhor que isso, só mesmo uma Leica, ou uma Hasselblad (meu amigo Geraldo Cintra me ensina alguns segredos de fotografia de alta definição e tecnologia, para que eu possa, às vezes, demonstrar 'erudição fotográfica' aqui no blog; por isso consegui citar, de cor, sem olhar no Google, essas marcas famosas de máquinas fotográfica).
Uma Leica, ou uma Hasselblad, custa(m) até 5 ou 10 mil dólares.
Minha Samsung custou 49 dólares (e veio com cartão de memória, bolsinha para endurar no pescoço, fio para ligar no computador, instruções 'de manuseio', caixinha de papelão, duas baterias AA, que já duraram mais de 100 fotos, zoom de 5 vezes -- eu disse CINCO!).
Desconfio até que o fabricante possa ter, por engano, embrulhado uma Hasselblad, na caixinha da minha Samsung...
A foto do presente 'post' foi a primeira tirada com a nova máquina fotográfica Samsung.
E poucos leitores do meu blog (mesmo sem me conhecerem pessoalmente muito bem) não hesitariam em dizer que se trata de uma foto minha (e não da Angela, ou de um urso, ou até de coisa pior...).
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