
O motorneiro dos bondes que circulam por aqui têm de usar os pés também, para dirigirem os bondes. E têm que se esticar todos, em um alongamento muito, muito parecido com a aula de pilates que Ana Maria, minha cunhada (e outras Anas Marias, lógico), pratica, religiosamente, 3 ou 4 ou 44 vezes por semana.
É um exercício bem extenuante dirigir bondes por aqui. Mas rico em diversidade cultural, estou certo.
Há empregos melhores, embora saibamos bem que há milhões de empregos e situações piores, como não ter emprego, por exemplo...
Adoraria poder aprender a dirigir bondes de San Francisco, só uns minutinhos a cada dia, de preferência às terças e quintas, exceto nos dias em que marcasse dentista.
Quero andar de bonde!
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