Tuesday, 12 July 2011

Foto do meu apartamento...


Esta é a foto da mesa, onde fico sentado alguns segundos, todos os dias, escrevendo o blog.

Não sei bem por que o notebook da Toshiba não está na foto. Ela deve ter sido tirada no primeiríssimo dia em que cheguei, tão distante que se confunde na névoa das lembranças longínquas...

Dá para ter uma pequeníssima ideia da bagunça reinante...

Geralmente, "I live off suitcases", ao invés de pendurar as roupas arrumadinhas, no armário que está atrás de mim. Fiz isso, quando era jovem, e continuo fazendo isso, quando velho.

Apesar de ouvir conselhos sensatos, dados por várias pessoas ocasionalmente, dizendo que é infinitamente mais fácil pendurar as roupas nos armários, para se saber o que se trouxe.

Tenho uma ideia muito, muito vaga do que está na mala, mesmo tendo 'jurado de pés juntos', à mulher da "Homeland Security" (o departamento, nos aeroportos, que cuida de não deixar terroristas quebrarem o silêncio das ruas daqui) que eu tinha, sim, feito a minha própria mala e que não tinha deixado ninguém fazê-la, nem mesmo a Dona Angela Maria Moreira Dias, pois burro velho aqui faz, de direito e de fato, a sua própria mala e sabe, exatamente, o que está dentro dela.

Lembro-me, distintamente, de um fato que ocultei da tal moça encarregada de caçar possíveis terroristas. Não disse a ela, nem morto, que Angela eu tivéramos discussão acalorada, várias vezes, sobre a conveniência de eu trazer, escondidíssima no meio das roupas, uma latinha, ou uma garrafinha, de guaraná para o Arlo.

Tentei argumentar, em vão, com a Angela, que guaraná Antártica não explode, não dá faísca, não derruba aviões, nem prédios.

Ela ficou irredutível, bateu pé, e eu não consegui convencê-la a incluir um guaraná Antártica na minha mala; talvez se fosse da Brahma...

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