Friday, 8 July 2011

Comprando um celular

Hoje comprei um celular.

Queria ter um número para a Angela poder ligar, em alguma emergência. E queria que este mesmo celular pudesse ser usado na volta ao Rio.

A primeira loja, Radio Shack, não vendia celulares desbloqueados.

Mas me disse que uma outra loja, umas 10 quadras abaixo, desbloqueava qualquer celular do planeta Terra.

Fui lá conhecer a outra loja. Era administrada por um indiano, que atendia a umas 3 pessoas simultaneamente (depois ele me contou que um funcionário havia telefonado, dizendo que adoecera), falando inglês e uma outra língua lá, ao mesmo tempo em que telefonava para um serviço automático de celulares (daqueles que diz "aperta 1", "aperta 2", "aperta aqui que não dói"...). Descobri depois, porque perguntei ao cara, que a outra língua era Kannada, ou Urdu, já nem me lembro exatamente qual delas. Os fregueses dele eram americanos (negros, em sua maioria), brasileiros (euzinho aqui) e indianos.

O cara era fenomenal.

Até me vendeu um celular Galaxy S, de segunda mão, por 250 dólares.

Paguei o celular e ele me disse que desbloqueva em 2 horas. Depois de pago, ele me disse que demoraria até segunda-feira (estávamos em uma sexta-feira). Fiz cara de muxoxo e ele me deu um celular da loja, enquanto ele desbloqueava o meu durante o final de semana.

Saí da loja com o celular emprestado, caminhei 10 quarteirões e o mesmo cara me telefonou, dizendo que já tinha conseguido desbloquear o telefone.

Lá caminhei eu os 10 quarteirões de volta para a loja dele.

Fiquei bem admirado com a competência do rapaz.

Resta saber se o tal celular vai realmente funcionar lá no Rio de Janeiro, como prometido...

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